Vivendo Pela Palavra

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CRISTIANISMO PAGÃO - FRANK VIOLA

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Quando o Senhor Jesus andou nesta terra, seus principais opositores vieram das duas principais facções religiosas daquele tempo: Os fariseus e os saduceus. A facção farisaica aumentava as sagradas Escrituras. Eles agregavam à Palavra de Deus um punhado de leis humanas e as passavam para as gerações subseqüentes. Este conjunto de costumes consagrados, muitos deles chamados de “tradições dos anciãos”, passaram a ser considerados iguais às Escrituras Sagradas.
O erro dos Saduceus estava no outro extremo. Eles subtraíam blocos inteiros das Escrituras — considerando apenas a Lei de Moisés como digna de ser observada. (Os saduceus negavam a existência dos espíritos, anjos, alma, vida após a morte e a ressurreição).
O efeito imediato foi que quando o Senhor Jesus entrou no drama da história humana, Sua autoridade foi arduamente desafiada. A razão era simples. Ele não se enquadrava nos moldes religiosos de nenhum dos dois campos. Jesus era visto com suspeita tanto pelos fariseus como pelos saduceus. Não demorou muito para que esta suspeita se transformasse em hostilidade. Logo os fariseus e os saduceus começaram a planejar a morte do Filho de Deus!

 

CRISTO É TUDO EM TODOS - J. BURROUGHS

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O apóstolo Paulo era um vaso escolhido para levar o nome de Cristo, para levá-lO para cima e para baixo no mundo. Na verdade, o seu espírito estava cheio de Cristo. Ele não desejava saber nada além de Cristo, pregar nada além de Cristo, não ser encontrado em nenhum outro, senão Cristo. O próprio nome de Cristo era maravilhoso para ele. Ele pretende magnificar Cristo em todas as suas epístolas e, com estas palavras que eu li para vocês, ele exalta a Cristo. Ele busca não apenas torná-lo grande, mas ele faz Dele tudo. Não há Grego, nem Judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo ou livre, mas Cristo é tudo e em todos. Ou seja, não há nenhum privilégio em um para recomendá-lo a Deus, e não há no outro falta nenhuma que o impeça de vir a Deus. Que os homens sejam o que quiserem em seus aspectos exteriores, o que isto é para Deus? Deixe que eles nunca estejam tão maus em relação a todas as coisas exteriores, que nunca possam impedir-lhes o gozo de Deus, pois Deus não olha para essas coisas, mas para Cristo é tudo e em todos eles.

 

 

Patrística vol. 23 - João Crisóstomo

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1. Vida
São João Crisóstomo (345?-407) foi um dos maiores teólogos da Igreja Oriental, juntamente com Gregório Nanzianzeno, Gregório de Nissa e Basílio de Cesaréia. Fecundo pregador e escritor, deixou considerável obra em homilias, exortações e comentários às Escrituras.  Foi Patriarca de Constantinopla entre 398 e 404.
Nascido de abastada família cristã em Antioquia da Síria, foi orientado ao estudo de filosofia e retórica, provavelmente tendo em vista uma carreira burocrática como a do pai. Companheiros de juventude, no entanto, conduzem-no à imersão na vida eclesial e em seguida  ao batismo. Em 371, aos 21 anos, é ordenado leitor pelo bispo Melécio. A mística de sua época leva-o a frustrar o projeto da família e a renunciar à dispersão promovida pela cultura urbana. Por seis anos permanece retirado na periferia de Antioquia e depois no deserto, dedicando-se exclusivamente à solitude e ao estudo das Escrituras, até que questões de saúde o pressionam a voltar à cidade, em 381. Nessa ocasião é ordenado diácono por Melécio. Cinco anos depois, em 386, o novo bispo Flaviano ordena João presbítero e encarrega-o de pregar ao povo na cidade.

 

 

Patrística vol. 22 - Hilário de Poitiers

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A obra de Santo Hilário de Poitiers é pouco estudada e pouco conhecida em nosso meio, o que constitui, sem dúvida, uma grave lacuna. Sua importância no conjunto da Teologia Patrística e de toda a Teologia é inquestionável, embora nem sempre tenha sido reconhecida. Isto pode ser atribuído em parte às dificuldades que oferece um estilo elíptico, freqüentemente obscuro, que, no dizer de Hamman, chega a deixar desesperados os seus tradutores, pois o autor força a sintaxe, abusa da elipse, economiza o mais possível as palavras no interior das sentenças, prejudicando em certos momentos a compreensão de seus textos.

 

 

Patrística vol. 21 - Agostinho

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Um dos pontos nodais da civilização ocidental é a cosmogonia resultante das interpretações clássicas de Gênesis 1-3. As imagens que brotam destes capítulos tiveram papel chave na história cultural do Ocidente, de modo que é difícil, para não dizer impossível, tentar compreender esta sem aquelas.
É verdade que a exegese histórico-crítica demonstrou que as duas narrativas registradas em Gn 1-3 (1,1-2,4a e 2,4b-3,24), por serem literariamente independentes entre si, são melhor compreendidas em seus respectivos (e distintos, vale ressaltar) contextos sócio-históricos e culturais, o que pode levar o hermeneuta moderno a descobrir sentidos bastante diferentes daqueles encontrados no imaginário cristão tradicional, cujas imagens povoam a mente dos leitores não-especializados. A discrepância entre as interpretações modernas e tradicionais é evidente.

 

 


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