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Sétimo Mandamento - A proibição do adultério - Rev. 2012

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BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER – PERGUNTAS 70 A 72

PERGUNTA 70: Qual é o sétimo mandamento? RESPOSTA: O sétimo mandamento é: “Não adulterarás”.

Êxodo 20,14: “Não adulterarás”.

– DEFINIÇÃO DE TERMOS:

Um dos maiores problemas da doutrina cristã e da teologia, talvez o maior deles, é a definição de termos, é extremamente comum ouvirmos na igreja que a pessoa precisa ter uma experiência com Jesus, ou precisa se encher do Espírito etc.

Desta forma, os crentes ficam totalmente perdidos, sem saber o que fazer, como se estas coisas dependessem de atitudes ou vontade da própria pessoa, este é um caso típico de falta de definição, uma apelação típica de ministros que não aceitam a soberania de Deus.

Neemias 8,8: “Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia”.

 

A mesma coisa tem acontecido com relação aos mandamentos, o que vemos na pregação atual é: faça! Como se estivesse ao alcance do homem cumprir a lei.

 

O que está implícito neste tipo de abordagem é a negação da queda, a suposição que o homem por sua própria vontade e determinação irá cumprir a lei e os mandamentos.

1 Tessalonicenses 4,3-5: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus”.

Ora, se isto é possível, porque viria Deus ao mundo para cumprir a lei em lugar dos seus eleitos? Porque a encarnação se o homem pode, por si mesmo, cumprir os mandamentos?

Existiria, desta forma, um contra-senso, ou na encarnação, ou na capacidade do homem, a bíblia ensina a soberania de Deus e a incapacidade do homem com quem vão ficar?

1 Coríntios 15,22: “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

Esta introdução se faz absolutamente necessária neste mandamento em particular, pois a confusão dos termos aqui estabelecidos é notória e não existe a preocupação em esclarecimentos, que se fazem urgentes ao correto entendimento.

Vamos começar pela palavra “castidade”:

O que dizem os dicionários?

Wikipédia - Castidade é o comportamento voluntário de abstinência de prazeres e de prática de atos sexuais.

Babylon (chastity): Castidade é o comportamento voluntário de abstinência de prazeres e de prática de atos sexuais, seja por motivos religiosos ou sociais.

Catolicismo romano: Abstinência total de pensamentos, palavras e obras sensuais.

Dicionário Aurélio: Castidade: Virtude de quem é casto. Que tem pureza de alma, de corpo. Que se abstém de relações sexuais.

Dicionário Priberam: Virtude reguladora da natural inclinação para os prazeres sexuais.

O que diz a bíblia?

Apocalipse 14,4: “São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro”.

John Gill – comentários em Ap. 14,4: Porque são castos: Pela sua sinceridade no amor a Cristo em fidelidade e incorruptibilidade doutrinária.

Novo Comentário Bíblico (SBB) em Ap. 14,4: Parece melhor interpretar a linguagem do verso quatro, como simbólica, denotando a pureza espiritual de homens e mulheres que formam a noiva de Cristo, conforme a Segunda Carta aos Coríntios:

2 Coríntios 11,2-3: “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo”.

Aqui neste verso paralelo o apóstolo Paulo interpreta a pureza como a fidelidade doutrinária, a impureza é a idolatria e as falsas doutrinas na igreja como se nada fossem.

A castidade deve ser definida como a pureza espiritual devida à doutrina cristã, torna-se impossível definir o termo de uma forma puramente física que se enquadre nos termos da Escritura, desta forma, ficamos com a definição secular do dicionário Priberam:

Castidade: É a virtude reguladora da natural inclinação para os prazeres sexuais.

A próxima palavra será “fornicação”:

Wikipedia: No Novo Testamento, fornicação é o termo usado para traduzir a palavra grega Porneia, termo técnico que designava um matrimônio inválido. Fornicar vem de fornicis, o arco da porta sob a qual as prostitutas romanas exibiam a si mesmas.

Aurélio - Fornicar: Ter relações sexuais; copular.

Priberam – Fornicar: Ter coito, prostituir-se, entregar-se à idolatria.

Fornicação: Refere-se ao sexo ilícito conforme a lei mosaica.

Adultério: O adultério é a relação sexual ilícita entre duas pessoas casadas ou entre uma casada e outra solteira. O adultério é, em primeiro lugar, a violação da relação com Deus, seja através do sexo ilícito ou através da adoração de falsos deuses e ídolos.

Ezequiel 23,37: “Porque adulteraram, e nas suas mãos há culpa de sangue; com seus ídolos adulteraram, e até os seus filhos, que me geraram, ofereceram a eles para serem consumidos pelo fogo”.

Prostituição: A prostituição pode ser considerada em dois aspectos conforme a definição bíblica e a definição secular:

Prostituição sagrada: Praticada nos cultos pagãos no Velho Testamento e por adeptos de religiões estranhas ao cristianismo, levando a pessoa a adorar símbolos e ídolos por meio do ato sexual em orgias e festivais dedicados aos deuses pagãos.

Estes cultos eram ligados principalmente à reprodução dos rebanhos e à germinação das sementes. O pior tipo de prostituição é a infidelidade ao evangelho de Jesus Cristo.

Gálatas 1,8: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema”.

Prostituição venal: comercialização do sexo e transformação dos prazeres sexuais em objetos de consumo com tabelas de preços e cotações no mercado sexual. Mas podemos ver no verso abaixo que Jesus considera a prostituição sagrada muito pior que a venal.

Mateus 21,31: “Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus (aos fariseus): Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus”.

PERGUNTA 71: Que exige o sétimo mandamento? RESPOSTA: O sétimo mandamento exige a conservação da nossa própria pureza e a do nosso próximo, no coração, nas palavras e nos costumes.

O sétimo mandamento exige a preservação de nossa própria pureza, conforme exposto acima, bem como a do nosso próximo, nos pensamentos, nas palavras e nas atitudes.

O mandamento é definitivo, não importa se o homem é capaz de cumpri-lo, por este motivo temos que ser bastante criterioso em nossa auto-análise, pois ninguém consegue completo controle sobre seus pensamentos.

Em primeiro lugar, é preciso distinguir entre a admiração sincera pelas qualidades de uma pessoa e a intenção de cumprimento de um desejo proibido.

Em segundo lugar, nenhuma pessoa é capaz de cumprir a lei de forma perfeita, portanto a pretensão de santidade nesta vida só leva a dois caminhos: a loucura ou a hipocrisia.

A saída para o cristão é a humildade, o reconhecimento da própria incapacidade diante dos mandamentos é fundamental para que a tentativa sincera de obediência não nos torne culpados do pecado do orgulho, pois é Deus quem efetua em nós o querer e o realizar.

Filipenses 2,13: “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”.

Ou ainda, no Velho Testamento:

Isaías 26,12: “SENHOR, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós”.

O matrimônio - Monogamia: O matrimônio é uma instituição divina, o casamento deve ser entre um homem e uma mulher. Ao homem não é lícito ter mais de uma mulher nem à mulher mais de um marido ao mesmo tempo.

Gênesis 2,24: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”.

O matrimônio é um compromisso civil e religioso, sendo uma instituição divina, pois foi ordenado por Deus. O matrimônio somente é válido entre um homem e uma mulher.

Uma vida de celibato não leva à santidade, constituindo-se em uma fútil pretensão de realizar obras que não são exigidas ou instituídas pela Escritura. O casamento cristão é indissolúvel, a não ser em casos de adultério, violência, ameaças ou diferenças religiosas.

1 Coríntios 7,15-16: “Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz. Pois, como sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, como sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

A Nova Dispensação estabeleceu definitivamente o casamento monogâmico. A poligamia no VT era conveniência de uma época específica, onde a propagação da raça humana era prioritária, mas é preciso procurar no princípio de todas as coisas.

Mateus 19,4-5: “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?”

A finalidade do matrimônio: O matrimônio foi ordenado para a cooperação entre o casal, para a propagação da raça humana e para satisfação mútua. Para que isso venha a existir de fato é preciso que haja amor e respeito entre os cônjuges.

Malaquias 2,15: “Não fez o SENHOR um, mesmo que havendo nele um pouco de espírito? E por que somente um? Ele buscava a descendência que prometera. Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade”.

Nenhum cristão, homem ou mulher, pode contrair matrimônio por outras razões: interesse econômico, desejo carnal, conveniência social e outras diversas da finalidade original.

1 Coríntios 7,23: “Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens”.

Estas regras para o estabelecimento do matrimônio visam à constituição de um lar sadio, onde os filhos cresçam em respeito e consideração a seus pais e venham a formar uma família com raízes fundamentadas na educação cristã e no respeito à sociedade.

Mateus 5,28: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela”.

Casamento cristão: Os que professam a verdadeira religião cristã não devem render-se a um jugo desigual pelo casamento com os que são notoriamente ímpios em suas vidas, de outras religiões, ou dizendo-se cristãos, praticam falsas doutrinas e heresias perniciosas.

1 Reis 11,4: “Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era de todo fiel para com o SENHOR, seu Deus, como fora o de Davi, seu pai”.

Casamento responsável: O casamento cristão deve ser realizado entre pessoas capazes de assumir os votos e compromissos matrimoniais de forma consciente, responsabilizando-se pelos compromissos assumidos durante toda sua vida.

Somente as pessoas que casam em Cristo têm esta capacidade, pois o homem por si mesmo não consegue manter seus votos e juramentos, as boas obras dos filhos de Deus foram preparadas para eles na eternidade, para que andem nos caminhos de Deus.

Efésios 2,10: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”.

PERGUNTA 72: Que proíbe o sétimo mandamento? RESPOSTA: O sétimo mandamento proíbe todos os pensamentos, palavras e ações impuras.

O que são estes pensamentos, palavras e ações impuras? Os relacionamentos proibidos n bíblia referem-se ao incesto até o terceiro grau, adultério, o simples prostrar-se perante ídolos, sodomia, homossexualidade, violência, zoofilia, falsas promessas e sedução.

Relações consanguíneas: De um só Deus fez toda a raça humana, os descendentes do primeiro casal fatalmente mantiveram relações consanguíneas, mas a natureza do homem era diversa do que é hoje. Adão viveu centenas de anos e também seus descendentes.

Gênesis 5,4: “Depois que gerou a Sete, viveu Adão oitocentos anos; e teve filhos e filhas”.

Estes relacionamentos entre parentes próximos foram, a esta época, permitidos e controlados por Deus para a propagação da espécie e formação da humanidade. Já na época da Lei Mosaica, este tipo de relacionamento não era mais necessário e foi proibido.

O Código Civil Brasileiro proíbe os relacionamentos entre pais, filhos, irmãos e irmãs.

Levítico 18, 6: “Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne, para lhe descobrir a nudez. Eu sou o SENHOR”.

Separação e divórcio (CFW): O adultério cometido dá à parte inocente justo motivo de dissolver o contrato; no adultério depois do casamento, é lícito à parte inocente propor divórcio, e depois casar com outra pessoa, como se a parte infiel fosse morta.

Mateus 5,31-32: “Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério”.

O noivado: A Escritura exige fidelidade tanto dos noivos quanto do casal após o casamento, o noivado é considerado como um voto pré-matrimonial e exige os compromissos que estarão vigentes durante o casamento.

Joel 2,16: “Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento”.

A dissolução do casamento: A lei de Deus somente permite a dissolução do casamento em caso de adultério ou de deserção ou abandono do cônjuge. No primeiro caso, de adultério, o divórcio é permitido por Jesus no evangelho de Mateus, como citado acima.

No caso da deserção, o fundamento procede do apóstolo Paulo na carta aos Coríntios.

1 Coríntios 7,15: “Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz”.

Apêndice (1): Violência e abuso no casamento:

Todavia, uma questão de bom senso apresenta um confronto: a obrigação da mãe, ou do pai, fica presa à submissão do cônjuge em casos de abuso ou violência?

Caso um cônjuge se torne violento ou lascivo a ponto de colocar em risco a integridade física, psicológica ou sexual dos filhos ou ainda passe a espancar os filhos e abusar deles ou do cônjuge, como fica a situação? A passividade é recomendada?

A mulher deve proteger o marido que abusa de seus filhos e filhas? Existem casos de abuso, ameaça e violência em que o casamento não permite continuidade e devem ser analisados cuidadosamente, apresentando a solução e não penalizando a parte inocente.

Mateus 23, 4: “Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los”.

Uma análise do texto abaixo, na Segunda Carta aos Coríntios deixa uma clara possibilidade do cônjuge crente separar-se do outro que se mostra cruel e incrédulo, pois esta é também uma manifestação de adultério da pior espécie: a infidelidade contra Deus.

2 Coríntios 6,14-15: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?”

Apêndice (2) - Sexo pré-matrimonial:

O sexo pré-matrimonial não deve ser tratado com o mesmo rigor do adultério, usualmente as igrejas ou pais lidam com este assunto de maneira radical não titubeando em penalizar publicamente ou mesmo expulsar os jovens que caem em tentação.

Esta é uma atitude que só leva a piorar a situação destas pessoas que precisam de apoio e compreensão. Este relacionamento não é penalizado pela justiça civil e tampouco é penalizado com rigor absoluto na Escritura para que se possa chamá-lo de fornicação.

Os religiosos classificam estes relacionamentos como impureza, fornicação ou prostituição, mas o registro bíblico não é específico para definir este ato desta forma.

Mateus 7,3: “Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?

O que está escrito a este respeito?

Falsidade - Deuteronômio 22,13-14: “Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer, e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem”.

Este é um caso típico de falsidade, a mulher ou o homem está mentindo, um dos dois morrerá.

Adultério no casamento- Deuteronômio 22,22: “Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, eliminarás o mal de Israel”.

Este é um caso de adultério típico, ambos morrerão, o homem e a mulher.

Adultério no noivado – Deuteronômio 22, 23-24: “Se houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade e se deitar com ela, então, trareis ambos à porta daquela cidade e os apedrejareis até que morram; a moça, porque não gritou na cidade, e o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo; assim, eliminarás o mal do meio de ti”.

Este é um caso típico de adultério, trata-se de uma virgem desposada (noiva) possuída por outra pessoa distinta do casal, os dois morrerão.

Violência sexual - Deuteronômio 22,25-26: “Porém, se algum homem no campo achar moça desposada, e a forçar, e se deitar com ela, então, morrerá só o homem que se deitou com ela; à moça não farás nada; ela não tem culpa de morte, porque, como o homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida, assim também é este caso”.

Este é um caso típico de violência sexual - estupro - o homem violento morrerá.

Sexo pré-matrimonial - Deuteronômio 22,28-29: “Se um homem achar moça virgem, que não está desposada, e a pegar, e se deitar com ela, e forem apanhados, então, o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinquenta siclos de prata; e, uma vez que a humilhou, lhe será por mulher; não poderá mandá-la embora durante a sua vida”.

Neste único trecho que se refere ao assunto, a lei é bastante objetiva no sentido de não penalizar o ato como criminoso, mas de exigir a concretização do compromisso.

Considerando-se as execuções sumárias atribuídas aos atos sexuais ilegais na lei mosaica, pode se constatar que este caso é tratado com bastante brandura e compreensão.

Porque então, três mil e quinhentos anos após, os religiosos que aceitam uma série de heresias abomináveis, pretendem ser mais rigorosos que a lei mosaica? A causa desta moralidade injusta só pode ser procurada na hipocrisia e ignorância do homem.

Oséias 6,6: “Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos”.

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Última atualização em Sex, 25 de Maio de 2012 05:07  

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