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Nono Mandamento - O falso testemunho - Rev. 2012

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BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER – PERGUNTAS 76 A 78

PERGUNTA 76: Qual é o nono mandamento? RESPOSTA: O nono mandamento é: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”.

Este mandamento institui a obrigação para com a verdade em todas as áreas da vida do cristão, a conotação mais grave do mandamento é o falso testemunho contra o semelhante, mas o mandamento é abrangente e inclui todos os pecados semelhantes.

Êxodo 20,16: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”.

A verdade é o fundamento das perfeições morais da divindade e da ordem moral no universo, tudo o que se contrapõe à verdade nega a verdadeira natureza de Deus.

Desta forma, este mandamento está incluído em uma categoria diferente dos outros mandamentos relativos aos homens, pois a verdade é sempre sagrada em qualquer situação: A verdade é o atributo de Deus que sustenta todas as outras qualidades divinas.

João 17,19: “E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade”.

A verdade de Deus se revela em sua imutabilidade, o que é verdade para Deus na eternidade, é verdade para ele em qualquer momento do tempo: passado, presente, futuro.

Se Deus ama uma pessoa hoje, Ele amou antes da fundação do mundo e continuará amando nesta vida e na vida do porvir, se Ele aborrece uma pessoa, esta ira santa permanece eternamente e, como consequência, ao longo do tempo.

Efésios 1,4: “Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor”.

Esta verdade de Deus se manifesta também nas leis imutáveis da natureza. Os cientistas, em suas investigações, partem sempre do pressuposto desta imutabilidade das leis da natureza, mas não conseguem explicar a origem disto: A verdade imutável de Deus.

Gênesis 8,22: “Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite”.

Sem a verdade de Deus e a imutabilidade de sua vontade, a vida tornar-se-ia impossível pelas mudanças imprevisíveis da natureza. A verdade de Deus está escrita nas obras da criação, todos os homens que ignoram esta proclamação negam a verdade de Deus.

Romanos 1,20: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas”.

Por todas estas coisas vemos que a verdade de Deus é a base de todo o conhecimento e toda a moralidade do homem, pois como conhecer a verdade sem ter a certeza que nossos sentidos não nos enganam, que não irão variar ao longo do tempo?

Porque esta certeza? Todo o conhecimento dos homens em todos os tempos do mundo é provido pelo Verbo de Deus, Cristo, ele é aquele que mantém todas as coisas pelo poder de sua palavra, é aquele que traz o conhecimento a toda a criatura, ele é a luz do mundo.

João 1,9: “A saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem”.

A verdade de Deus é também a fonte de toda a bondade, pois somente pela graça de Deus em Cristo o homem consegue, através dos dons recebidos, desejar o bem e a salvação, somente por esta graça o homem consegue vislumbrar a verdade. O que é a verdade?

João 17,17: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”.

Vemos até aqui, que esta verdade de Deus é revelada pela sua Palavra: a Escritura.

Podemos dividir este mandamento em duas características básicas de pecados proibidos, a detração e a falsidade: A detração é constituída por todas as coisas que são injustas ou prejudiciais ao nosso próximo e a falsidade todas as violações da verdade.

2 Samuel 7,28: “Agora, pois, ó SENHOR Deus, tu mesmo és Deus, e as tuas palavras são verdade, e tens prometido a teu servo este bem”.

Detrações: A mais grave de todas as detrações é o falso juramento intencional perante um tribunal, principalmente quando inclui a premeditação e o intento maligno.

Mesmo que o falso juramento não seja pronunciado perante um tribunal, é uma violação do mandamento e apesar de estar livre da justiça civil não está livre a justiça de Deus.

Gálatas 6,7: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará”.

Calúnia: A calúnia ou maledicência pode não constar de uma mentira propriamente dita, a simples sugestão de dúvidas e rumores maliciosos em relação a uma pessoa ou grupo de pessoas abrange os elementos de malícia e falsidade proibidos pelo mandamento.

Salmos 25,10: “Todas as veredas do SENHOR são misericórdia e verdade para os que guardam a sua aliança e os seus testemunhos”.

Vemos, portanto, que a falsidade é pecado, mas se torna criminosa quando envolve não somente o pronunciamento da falsidade, mas também o propósito de enganar, prejudicar ou ainda a quebra de um compromisso, seja ele tácito ou assumido anteriormente.

PERGUNTA 77: Que exige o nono mandamento? RESPOSTA: O nono mandamento exige a conservação e promoção da verdade entre os homens, e a manutenção da nossa boa reputação, e a do nosso próximo, especialmente quando somos chamados a dar testemunho.

Critério: o cristão deve ter um critério firme para não se deixar enredar pelos rumores maledicentes em relação a outras pessoas, mas, por outro lado, não se amedrontar nem permitir que seu julgamento seja tolhido pelo temor infundado do mandamento.

Efésios 4,25: “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros”.

A passividade nunca é solução para o cristão, Deus está em constante movimento nas obras da providência, o cristão tem um mandato cultural a cumprir neste mundo, o testemunho de Cristo deve ser prestado com veemência em tempos oportunos (ou não).

2 Timóteo 4,2: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina”.

A promoção da verdade na igreja: As falsas doutrinas e falsos mestres devem ser denunciados com coragem e determinação, pois um pouco de fermento leveda a massa toda, e cabe ao cristão julgar com critério rigoroso os detratores.

1 Coríntios 5,13: “Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor”.

PERGUNTA 78: Que proíbe o nono mandamento? RESPOSTA: O nono mandamento proíbe tudo o que é prejudicial à verdade, ou injurioso, tanto à nossa reputação como à do nosso próximo.

Falsidade: tudo o que for pensado, falado ou pretendido além da verdade é falsidade, isto não se restringe pura e simplesmente aos testemunhos, juramentos ou votos, mas a qualquer atitude no relacionamento entre as pessoas ou no relacionamento com Deus.

Mateus 26,59: “Ora, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte”.

Vemos abaixo um exemplo típico de falsidade: Saul estava friamente decidido a matar Davi, mas ele jura falsamente a seu filho Jônatas que não iria matá-lo.

1 Samuel 19,6: “Saul atendeu à voz de Jônatas e jurou: Tão certo como vive o SENHOR, ele não morrerá”.

Ressalvas - Todavia, nem tudo que é feito desta forma é pecaminoso, existem exceções:

- Em casos militares, como a guerra e suas estratégias e casos policiais em luta contra o crime os comandantes não podem revelar suas reais intenções.

Josué 8,4: “Deu-lhes ordem, dizendo: Eis que vos poreis de emboscada contra a cidade, por detrás dela; não vos distancieis muito da cidade; e todos estareis alertas”.

- Em caso de autores que escrevem contos, peças teatrais e outros, podem se referir a situações deliberadamente falsas e ilusórias sem que isto constitua crime ou pecado.

- Quando alguém em posição de autoridade exige de uma pessoa que faça algo absurdo, ou contra a Palavra de Deus, estando em jogo a segurança ou a vida de outras pessoas é lícito pronunciar uma falsidade visando preservar a vida e a segurança destas pessoas.

Êxodo 1,19-20: “Responderam as parteiras a Faraó: É que as mulheres hebréias não são como as egípcias; são vigorosas e, antes que lhes chegue a parteira, já deram à luz os seus filhos. E Deus fez bem às parteiras; e o povo aumentou e se tornou muito forte”.

- Outro caso em que a falsidade não constitui crime ou pecado é quando feita de forma inocente, sem conhecimento, intenção de dolo ou prejuízo, todavia o cristão que ignora um fato ou situação jamais deve se pronunciar de forma irresponsável ou inconsequente.

Tipos de falsidade: a divisão dos tipos de falsidade adotada pela grande maioria dos teólogos provém de Tomás de Aquino, ele divide os tipos de falsidade em três categorias: perniciosa, benevolente e jocosa.

- Perniciosa: Quando envolve um fim maligno;

- Benevolente: Quando se trata de poupar uma pessoa, em situação de inferioridade, de um constrangimento ou sofrimento desnecessário;

- Jocosa: Quando se trata de aplicar uma brincadeira de mau gosto.

A falsidade perniciosa:

Trataremos com mais detalhes o caso da falsidade perniciosa: realizada por métodos ilícitos e destinada a um fim não justificável pela Palavra de Deus.

Os casos de reserva mental foram primeiramente introduzidos na igreja medieval, desenvolvidos e utilizados em grande escala pelos Jesuítas, a Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loyola, cuja finalidade era de estrita obediência ao Papa.

Os Jesuítas são o exemplo máximo da falsidade de cunho religioso, assumiram que o bem da igreja estava acima de qualquer obrigação, para isto fizeram legítimas a reserva mental, o perjúrio, o roubo e o homicídio se cometidos a favor dos interesses da igreja.

A obediência dos Jesuítas era devida somente à hierarquia da igreja, eles erraram ao assumir a igreja como o “sumum bonum”, ou seja – o bem supremo – no lugar de Deus. Podemos ver este fato claramente declarado por Inácio de Loyola, conforme abaixo:

Inácio de Loyola: “Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da igreja assim o tiver determinado”.

Reserva mental: a reserva mental é uma declaração que dá a entender algo diverso, ou usualmente contrário ao que se pretende através das três regras a seguir:

1 – A natureza do ato: As promessas somente são válidas quando existe a intenção de serem mantidas quando forem feitas, se a promessa é feita sem a intenção do cumprimento, ela está livre de qualquer obrigação.

Por este mesmo princípio, todos os atos cometidos com boa intenção são válidos e necessários, seja o perjúrio, o falso testemunho, o roubo ou o homicídio, não importa a origem desta boa intenção, ela diz respeito somente à pessoa que pratica o ato.

2 – A teoria da probabilidade: se a pessoa estiver convencida de que um ato seja inevitável, por mais criminoso ou pecaminoso que seja, ele se torna válido em função de sua inevitabilidade, tornando desta forma lícito o ato criminoso da execução.

3 – O falso testemunho lícito: uma pessoa pode jurar ou prestar falso testemunho perante outras pessoas ou mesmo a um tribunal, desde que, em seu pensamento ela diga a si mesma, de forma que não seja ouvida ou percebida por outras pessoas, o fato contrário.

Os Jesuítas foram, através do sistema acima, os sustentadores filosóficos da inquisição, das colônias de exploração na América Latina e na África e da escravidão.

Apêndice - Fraudes piedosas:

Este é o nome dado às fraudes e mentiras praticadas com o fim de prestar um pretenso serviço a uma religião. Este é um costume de origem pagã assumido como arte pela igreja de Roma após o quinto século de nossa era.

Até o quarto século, os milagres não eram cogitados pelos pais da igreja, mas a idéia de usar a fraude como meio lícito para o bem da igreja, apesar de combatido duramente por Agostinho, foi adotada de forma majoritária pelos pais da igreja no período subsequente.

Colossences 3,9-10: “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”.

A principal destas fraudes foi o mito do purgatório, doutrina esta que encheu os cofres da igreja com a venda das indulgências, as relíquias e as missas e orações pelos mortos.

Falsos milagres:

Estes constituem a classe de fraude através das quais a igreja de Roma tem sustentado seu poder e confirmado seus erros ao longo destes séculos. Esta tradição de milagres é seguida, sem constrangimento, pelas modernas religiões pentecostais.

A censura cabe não somente à igreja, mas principalmente ao seu povo, que dá sustentação a todas estas coisas. As igrejas pentecostais, também usam e abusam dos milagres e da pretensa intervenção do espírito em seus cultos.

Vamos exemplificar alguns dos “milagres” da igreja de Roma nestes últimos séculos:

- A casa da virgem Maria:

A casa onde a virgem Maria morava em Nazaré foi transportada pelos anjos até a vila de Loretto, na Itália, hoje ela está no centro de uma igreja construída ao seu redor que recebe anualmente milhares de fiéis.

- A liquefação do sangue de São Januário:

Januário foi decapitado no ano 305 d.C. Seu sangue foi supostamente colhido por uma mulher, e foi levado a Nápoles junto com seus restos mortais. O sangue é liquefeito toda vez que é colocado junto ao crânio do santo.

Não há evidência alguma de que a substância contida nos frasco é sangue, e também não há evidência alguma de que o sangue ou as ossadas sejam pertencentes a Januário.

Relíquias:

As relíquias são coisas consideradas como objetos sagrados ou restos mortais de pessoas tidas como santas. A elas a igreja atribui poderes sobrenaturais: curas milagrosas, perdão de pecados e até mesmo a restituição da vida aos mortos.

Vejamos abaixo algumas das principais relíquias da igreja:

- O Santo Sudário: é um manto que supostamente cobriu Jesus no sepulcro e tem a imagem dele gravada em sangue, não existe nenhuma evidência bíblica desta ocorrência.

Nicodemos e José de Arimatéia embalsamaram Jesus com 45 quilos de bálsamo conforme os rituais judaicos, que incluíam a limpeza cuidadosa de todo o corpo dos vestígios de sujeira, principalmente do sangue, que era considerado sagrado pelos judeus.

- Fragmentos da cruz: A madeira contida nos fragmentos da cruz vendida em todo o mundo seria suficiente para construir várias pontes sobre o Rio Tietê, todavia a igreja de Roma sustenta que a cruz se reconstitui milagrosamente quando saem os fragmentos.

- A pena da asa do arcanjo: Uma das catedrais espanholas tem uma relíquia fantástica, minha preferida: uma pena da asa do arcanjo Gabriel.

Deuteronômio 13,1-3: “Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma”.

O famoso conto do vigário, aquele do bilhete de loteria e alguns outros, somente pode ser aplicado em pessoas desonestas e oportunistas, vejam que este golpe leva como mote o nome de um religioso católico: o vigário.

Vemos por aí, que o povo católico romano, conhece de fato as mentiras da igreja e a elas se submetem por comodismo, preguiça e conveniência social, desta forma se tornam tão culpados como a própria igreja a respeito destas crendices absurdas e anti-bíblicas.

Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso tem o dever de recusar estas coisas absurdas e fora de propósito. Como este engano pode prevalecer em um bilhão de pessoas de todas as classes sociais, de todas as culturas e de todos os povos?

Como explicar algo tão despropositado sem a realidade da doutrina da queda e da soberania de Deus na salvação e na condenação dos homens?

Mateus 13,14: “De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías: Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis”.

Que fazer? Que diz Nosso Senhor a respeito de todas estas coisas? Ele exorta a nos orientarmos pela sua Palavra, que é a Escritura, e para não sermos inocentes, vigiando e orando em todo o tempo que nos resta nesta terra que Deus nos deu.

Marcos 13,33: “Estai de sobreaviso, vigiai e orai; porque não sabeis quando será o tempo”.

A verdade de Deus provém da imutabilidade do Ser divino, desta forma Deus é fiel e não pode mudar ou negar a si mesmo e aos seus escolhidos.

Malaquias 3,6: “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos”.

A VERDADE DE DEUS E A SALVAÇÃO

O raciocínio indutivo da verdade e da imutabilidade: Como vimos até aqui, este mandamento tem como fundamento a verdade de Deus, e vimos também que a verdade resulta da imutabilidade do Ser divino.

Para aplicação deste raciocínio indutivo partimos de duas afirmações firmes e indubitáveis:

1 - Deus é imutável;

2 - A salvação é verdadeira.

- A verdade provém da imutabilidade; portanto, a imutabilidade resulta na verdade e a verdade também resulta na imutabilidade como consequência boa e necessária.

- Logo, se a salvação é verdadeira ela é imutável;

- Se a salvação é imutável, os eleitos não perdem jamais a salvação.

O salvador não perde o salvo: Todos aqueles que Deus aceitou em seu Filho, chamados e regenerados pelo seu Espírito, continuam pecadores e não se tornam santos nesta vida, mas não podem decair da graça nem total nem finalmente e com toda certeza haverão de perseverar neste estado até o fim e serão eternamente salvos.

Filipenses 1,6: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus”.

Todas as decisões de Deus são imutáveis, portanto, verdadeiras, assim também é a salvação, pois Deus não aprende, não esquece e não se surpreende com absolutamente nada, pois todas as coisas não são simplesmente previstas, mas determinadas em seus Decretos Eternos.

Todas as decisões de Deus pertencem à eternidade, acontecendo no tempo, mas, verdadeiras e imutáveis, existindo de forma sempre presente na mente de Deus.

O amor de Deus é verdadeiro: A perseverança dos santos não depende do livre arbítrio deles, mas da verdade de Deus, pela qual todas suas decisões são eternas e imutáveis, desta forma, a verdade de Deus garante a preservação de seus filhos.

2 Timóteo 2,19: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor”.

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