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Comentários Bíblicos

Efésios 2,7

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EFÉSIOS 2,7 – COMENTÁRIOS

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Bíblia de Estudo Almeida

Revisão e versos bíblicos acrescentados por: Helio Clemente

 

EFÉSIOS 2,7: “Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”.

Mais felizes, mas não mais seguros. "Os espíritos glorificados no céu”, os cristãos que partiram e estão com Cristo são mais felizes do que nós. Isso porque nós, que ainda estamos nesta vida, estamos “sobrecarregados”, e, por isso, “gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu”.

2 Coríntios 5,2: “E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial”.

Os cristãos que partiram, já não têm que combater o pecado na carne, e no mundo; disso eles estão completamente livres; isso acabou, no que se refere a eles; porém nós continuamos na carne, no corpo, continuamos lutando, continuamos gemendo. Porque partiram, eles são “mais felizes”; mas não estão mais seguros.

Não estão “em Cristo” mais do que nós. Eles estão lá agora porque estavam “em Cristo” quando estavam aqui; nós, mesmo agora, estamos “em Cristo” e estamos assentados espiritualmente junto com eles nos lugares celestiais – com eles e com Cristo, neste exato momento. Como nos lembra o autor da Epístola aos Hebreus: “Não chegastes ao monte palpável, aceso em fogo, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade, e ao sonido da trombeta, e à voz das palavras, a qual os que a ouviram pediram que se lhes não falasse mais, porque não podiam suportar o que se lhes mandava: se até um animal tocar o monte será apedrejado”.

E tão terrível era a visão que Moisés disse: estou assombrado, e tremendo. Mas chegaste ao monte de Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos; à universal assembléia e Igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; e a Jesus, o Mediador duma Nova Aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.

Hebreus 12,18-20: “Ora, não tendes chegado ao fogo palpável e ardente, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade,  e ao clangor da trombeta, e ao som de palavras tais, que quantos o ouviram suplicaram que não se lhes falasse mais, pois já não suportavam o que lhes era ordenado: Até um animal, se tocar o monte, será apedrejado”.

Estamos lá agora em nossos espíritos; estaremos finalmente lá em nossos corpos também.

 

A Defesa das Nações - C. Hodge

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A DEFESA DAS NAÇÕES – C. HODGE

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Tradução livre por: Helio Clemente

 

Neste tópico de seu livro Teologia Sistemática, Charles Hodge defende o direito dos países fazerem guerra e usarem de força para defender o direito e a segurança de seus cidadãos, vejamos a abaixo o texto baseado em uma tradução e revisão livre de sua teologia:

O Direito de Defesa das Nações

Este direito fica demonstrado porque o direito de defesa própria pertence às nações assim como aos indivíduos: As nações estão obrigadas a proteger as vidas e as propriedades de seus cidadãos. Se estas se veem assaltadas pela força, pode-se empregar a força de maneira legítima para sua proteção.

 

Efésios 1,1-14 - Gill

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EFÉSIOS 1,1-14 - COMENTÁRIOS

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Transcrição e revisão: Helio Clemente

 

Efésios 1,1-14: “Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, aos santos que vivem em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus, graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra; nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade,  a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”.

Gill:

“Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus” – Não por sua própria vontade! Paulo não se chamou a si mesmo, e a Igreja não o chamou; foi Deus quem o chamou. Ele é o apóstolo pela vontade de Deus. Ele expõe isso muito explicitamente na Epístola aos Gálatas, onde diz:
“Quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou”.

 

2 Coríntios 1,12-14 - Calvino

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2 CORÍNTIOS 1,12-14 – CALVINO

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Revisão e versos bíblicos acrescentados (RA) por: Helio Clemente

 

2 Coríntios 1,12-14: “Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco. Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo, como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor”.

“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência” - Por amor àqueles para quem estava escrevendo, Paulo usa esta oportunidade para fazer uma digressão para defender sua integridade. No entanto, uma vez que não era o bastante o ter a aprovação dos homens e que Paulo mesmo era a vítima dos juízos nocivos e maliciosos que alguns dirigiam contra ele, arrebatados como estavam pelos afetos corruptos e cegos, ele apela ao testemunho de sua própria consciência; e isso era como se ele estivesse citando Deus mesmo e apelando para a veracidade de sua alegação perante seu tribunal.

Não obstante, como pode este gloriar-se em sua própria integridade e ainda ser consistente com o que ele mesmo diz:

 


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