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39 - CAPÍTULO XXXIV E XXXV - APÊNDICES

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Confissão de fé de westminster

Por: Helio Clemente

39 – APÊNDICES

Esclarecimento

Estes novos capítulos foram introduzidos pela Igreja Presbiteriana Norte Americana a partir do século dezoito e adotados pela Igreja Presbiteriana do Brasil; não seguem a mesma linha de coerência com a Escritura observada na Confissão. Os capítulos sobre o Espírito dão margem à pneumolatria, que é a adoração individual do Espírito, e a várias interpretações contraditórias com a Escritura e a própria Confissão original.

Quanto ao capítulo das missões, este se constitui em outra mais triste e pior contradição, pois trata de um acréscimo desnecessário e nitidamente arminiano, onde se atribui ao homem, a capacidade inexistente de decidir ou rejeitar sua própria salvação, em total confronto com a totalidade da Escritura e da Confissão original.

Estes acréscimos são supérfluos, desnecessários e nocivos ao entendimento propiciado pela Confissão de Fé original, que já contém todos os esclarecimentos necessários aos assuntos que se seguem. Estes apêndices não devem ser considerados válidos pelos verdadeiros cristãos que subscrevem a Confissão de Fé de Westminster.

DO ESPÍRITO SANTO

Capítulo XXXIV, Seção I – O Espírito Santo

O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade, procedente do Pai e do Filho, da mesma substância e igual em poder e glória, e deve-se crer nele, amá-Lo, obedecê-Lo e adorá-Lo, juntamente com o Pai e o Filho, por todos os séculos.

Mateus 3,16-17: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.

Resumo

O Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho

O Espírito e a Trindade

O Filho é eternamente gerado pelo Pai, o Espírito eternamente procedente do Pai e do Filho, não existe nenhuma passagem bíblica que justifique a adoração individual do Espírito.

Toda vez que for mencionado o nome de Deus nestes comentários, a referência é à Trindade Divina, incluindo nesta adoração o Pai e o Filho e o Espírito, porém Cristo deixou claras instruções bíblicas sobre a adoração e louvor a Deus: todas as petições devem ser dirigidas ao Pai em nome do Filho, Jesus Cristo homem, o único mediador entre Deus e os homens.

A adoração isolada do Espírito levou à maior heresia de todos os tempos na igreja evangélica - o pentecostalismo - que cresce exponencialmente, enquanto a igreja de Cristo fenece a cada dia, vencida pelo arminianismo, o dispensacionalismo e o mencionado pentecostalismo, que prevalecem em todo o mundo.

Romanos 2,5: “Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus”.

Capítulo XXXIV, Seção II – O Espírito como doador da vida

É Ele o Senhor e Doador da vida, presente em toda parte na natureza, e é a fonte de todos os pensamentos bons, desejos puros e conselhos santos que se encontram nos homens. Por Ele os Profetas foram levados a falar a Palavra de Deus, e todos os autores da Sagrada Escritura foram inspirados a registrar de um modo infalível a disposição e a vontade de Deus. A dispensação do Evangelho foi-lhe entregue de um modo especial. O Espírito Santo prepara o caminho para o Evangelho, acompanhado com seu poder persuasivo e recomenda a sua mensagem à razão e à consciência dos homens, de maneira que os que rejeitam a oferta misericordiosa ficam, não somente sem desculpa, mas também culpados de terem resistido ao Espírito Santo.

Romanos 8,1-3: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado”.

O doador da vida

O evangelho afirma que Jesus Cristo é o doador da vida, o Espírito é eternamente procedente do Pai e do Filho e deve ser adorado juntamente com a Trindade Divina. Apresenta-se ainda nesta seção outra aberração: a possibilidade do homem rejeitar voluntariamente a oferta do evangelho pelo Espírito, negando o chamado eficaz e afirmando a capacidade do homem em decidir pela própria salvação, totalmente em confronto com a Confissão original.

Esta seção somente traz dúvidas e incertezas sobre o assunto, gerando confusão nos crentes imaturos.

1 João 5,11: “E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho”.

Capítulo XXXIV, Seção III – A redenção e o Espírito

O Espírito Santo, o qual o Pai prontamente dá a todos os que Lho pedirem, é o único agente eficaz na aplicação da redenção. Ele convence os homens do pecado, leva-os ao arrependimento, regenera-os pela sua graça e persuade-os e habilita-os a abraçar a Jesus Cristo pela fé. Ele une todos os crentes a Cristo, habita neles como seu Consolador e Santificador, dá-lhes o espírito de adoção e de oração, e cumpre neles todos os graciosos ofícios pelos quais eles são santificados e selados até o dia da redenção.

Lucas 11,13: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”

Tito 3,4-5: “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”.

A redenção e o Espírito

Este é um trecho nitidamente arminiano que vai contra toda a teologia reformada, o Pai não dá o Espírito a todos os que lhe pedem, mas somente aos seus eleitos eternos: aqueles que estão inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.

É preciso, também, ter em mente que a habitação do Espírito e a aplicação da redenção somente ocorre através procedência do Espírito, ao passo que este capítulo dá a entender que o Espírito atua independente na regeneração do crente. Mais confusão desnecessária, visto que o assunto referente à Trindade e ao Espírito Santo é tratado com suficiente clareza e abrangência na Confissão.

João 15,26: “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim”.

Capítulo XXXIV, Seção IV – A presença do Espírito

Pela presença do Espírito Santo nos seus corações, todos os crentes, estando intimamente unidos a Cristo, o Cabeça, estão assim unidos uns aos outros na Igreja, que é o seu corpo. Ele chama e unge os ministros para o seu santo ofício, prepara todos os outros oficiais na Igreja para o seu trabalho especial e concede vários dons e graças aos demais membros. Ele torna eficazes a Palavra e as ordenanças do Evangelho. Por Ele a Igreja será preservada e aumentada até cobrir a face da terra, será purificada e, afinal, tornada perfeitamente santa na presença de Deus.

Efésios 1,22-23: “E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas”.

A presença do Espírito

O próprio verso utilizado pelos redatores do apêndice diz que Jesus Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo em sua totalidade. A unção dos ministros da igreja separadamente da congregação vai frontalmente contra a filosofia dos reformadores - o sacerdócio de todos os crentes - e não tem sustentação bíblica de forma alguma, criando, a exemplo da igreja romana, um clero privilegiado frente a uma congregação laica (separada do clero).

Quanto ao chamado e distribuição de dons, o Espírito só age desta forma, procedente do Pai e do Filho e somente nos eleitos justificados por Deus, ao quais foi aplicada a justiça de Cristo. Pode ser visto no verso abaixo que os dons aos homens, apesar de aplicados pelo Espírito foram concedidos por Cristo em sua ascensão.

Efésios 4,8: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens”.

Quanto à parte final, este é um trecho com tendência claramente pós-milenista, ao contrário das afirmações bíblicas e das idéias dos reformadores, nada indica que a igreja será purificada nesta terra e tornada perfeitamente santa, pelo contrário, o que se vê hoje é a perversão majoritária dos ministros e oficiais da igreja cristã em todo o mundo, apoiados por congregações humanistas que adoram a criatura no lugar do Criador, e nada indica que haverá uma mudança radical nesta situação.

A Escritura afirma que a apostasia tomará conta da igreja no final dos tempos. Como reflexo desta situação, já nos dias atuais, encontrar uma igreja fiel é uma tarefa monumental, senão impossível, amargurando o coração dos crentes que adoram a Deus em espírito e verdade.

2 Tessalonicenses 2,1-4: “Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor.  Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”.

Como conclusão deste capítulo, pode-se afirmar com segurança que o texto da confissão de Fé original é plenamente suficiente para o entendimento da doutrina da Trindade e do Espírito Santo, sendo este apêndice desnecessário e confuso levando o leitor a uma idéia de triteísmo e penumolatria, ao contrário da Confissão de Fé original e da Escritura que são claramente trinitarianos e cristocêntricos em todo seu conteúdo e significado.

DO AMOR DE DEUS E DAS MISSÕES

Capitulo XXXV – Do amor de Deus e das missões

Capítulo XXXV, Seção I - Em seu amor infinito e perfeito - e tendo provido no pacto da graça, pela mediação e sacrifício do Senhor Jesus Cristo, um caminho de vida e salvação suficiente e adaptado a toda a raça humana decaída como está - Deus determinou que esta salvação de graça fosse anunciada a todos os homens pelo Evangelho.

O que diz a esse respeito a Confissão de Fé em sua redação original:

Capítulo III, Seção III - Eleitos e não eleitos: Pelo decreto de Deus e para manifestação da sua glória, alguns homens e alguns anjos são predestinados para a vida eterna e outros preordenados para a morte eterna.

Esta nova redação é de tendência nitidamente universalista e leva a supor que Cristo morreu por todo o mundo e Deus não consegue salvar o homem sem a colaboração do próprio homem, esta é uma posição herética que contraria a Confissão original e a Escritura, como se pode ver claramente na oração sacerdotal de Jesus.

João 17,9: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus”.

Capítulo XXXV, Seção II - No Evangelho, Deus proclama o seu amor ao mundo, revela clara e plenamente o único caminho da salvação, assegura vida eterna a todos quantos verdadeiramente se arrependem e crêem em Cristo, e ordena que esta salvação seja anunciada a todos os homens, a fim de que conheçam a misericórdia oferecida e, pela ação do Seu Espírito, a aceitem como dádiva da graça.

O que diz o texto correspondente na Confissão de Fé original:

Capítulo III, Seção IV - O número dos predestinados: Esses homens e esses anjos, assim predestinados e preordenados, são particular e imutavelmente designados; o seu número é tão certo e definido, que não pode ser nem aumentado nem diminuído.

João 10,27-28: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão”.

A confissão original afirma, diversas e reiteradas vezes, que a salvação é fruto da predestinação eterna, sendo o homem completamente passivo em todas as fases da salvação. Este novo texto sugere claramente a possibilidade do homem, por si mesmo, aceitar ou rejeitar a salvação, o que sempre se constituiu em heresia dentro da igreja de Cristo, pois nenhum dos documentos da reforma permite ou dá margem a esta interpretação.

Quando os Remonstrantes, discípulos de Tiago Armínio, tentaram colocar na Igreja da Holanda a possibilidade do livre-arbítrio, tiveram que pressionar a igreja para modificar os documentos da reforma que não admitem esta possibilidade. Deram-se mal, a Igreja da Holanda não só confirmou os documentos adotados como respondeu com os Cânones de Dort, onde o livre-arbítrio é condenado de forma enérgica e veemente, não permitindo que esta heresia penetrasse na igreja de Cristo àquela época.

Capítulo XXXV, Seção III - As Escrituras nos asseguram que os que ouvem o Evangelho e aceitam imediatamente os seus misericordiosos oferecimentos, gozam os eternos benefícios da salvação: porém, os que continuam impenitentes e incrédulos agravam a sua falta e são os únicos culpados pela sua perdição.

Esta é outra seção nitidamente mal intencionada e tendenciosa, supondo que o homem tenha a capacidade, por si mesmo, de aceitar ou rejeitar a salvação que é oferecida através da pregação. A Confissão original afirma, sem sombra de dúvida, que a livre agência do homem é voltada somente para o mal, pois seu espírito é corrompido e degenerado pela queda. A única forma de admitir a capacidade do homem é negar os efeitos universais da queda, o que é a negação claríssima da Escritura e da Confissão original:

Capítulo VI, Seção III - O Pecado original: Sendo eles (Adão e Eva) a origem de toda humanidade, a culpa dos seus pecados foi imputado a seus descendentes; e a mesma morte em pecado, bem como a sua natureza corrompida, foram transmitidas a toda a sua posteridade, que deles procede por geração ordinária.

Salmo 51,5: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe”.

Romanos 3,10-11: “Como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus”.

1 Coríntios 15,22: “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

Capítulo XXXV, Seção IV - Visto não haver outro caminho de salvação a não ser o revelado no Evangelho e visto que, conforme o usual método de graça divinamente estabelecido, a fé vem pelo ouvido que atende à Palavra de Deus, Cristo comissionou a sua Igreja para ir por todo o mundo e ensinar a todas as nações. Todos os crentes, portanto, têm por obrigação sustentar as ordenanças religiosas onde já estiverem estabelecidas e contribuir, por meio de suas orações e ofertas e por seus esforços, para a dilatação do Reino de Cristo por todo o mundo.

Este é outra seção confusa e polêmica, pois torna o dízimo obrigatório, o que é contra todos os ensinamentos bíblicos, e ao contrário do que pretendem estas seções do acréscimo, o caminho da salvação está claramente estabelecido por Deus em Cristo, a obrigação dos pastores e missionários é somente de pregar fielmente a Palavra, quem salva é Deus, não é um bom projeto de missões, não é o conselho missionário, nem a política de plantação de igrejas ou técnicas gerenciais. O que diz a confissão:

Capítulo VIII, Seção VIII – A graça de Deus em Cristo: Cristo, com toda a certeza e eficazmente, aplica e comunica a salvação a todos aqueles para os quais ele a adquiriu. Isto ele consegue, fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na Palavra e pela Palavra os mistérios da salvação, persuadindo-os eficazmente pelo seu Espírito a crer e a obedecer, dirigindo os corações deles pela sua Palavra e pelo seu onipotente poder e sabedoria, da maneira e pelos meios mais adequados à sua admirável e inescrutável dispensação.

1 - João 6,37: “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora”.

2 - 1 João 2,1: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo”.

3 - João 15,15: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”.

4 - Tito 3,4-5: “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo”.

5 - João 17,9-10: “É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado”.

Cristo morreu na cruz com o propósito de realizar o Decreto Eterno de Deus na eleição de determinado grupo de indivíduos previamente definidos e destinados por Deus para a vida eterna, Cristo morreu com o propósito único de salvar apenas os eleitos.

Como conclusão a respeito deste acréscimo sobre missões, pode-se afirmar com segurança absoluta que a Confissão original trata destes assuntos com suficiente amplitude e clareza, tornando estes acréscimos supérfluos, confusos e desnecessários, além da nítida tendência ao universalismo e ao arminianismo, inadmissíveis na Confissão original.

Pode-se afirmar com toda certeza que estes acréscimos foram inseridos com a finalidade mal intencionada de agradar a homens e promover o crescimento físico da igreja, o que é deplorável em todos os sentidos.

O que diz o apóstolo Paulo a este respeito:

Gálatas 1,10: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo”.

Comentarios (2)Add Comment
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Apêndice da CFW
escrito por Olivar Alves Pereira, março 21, 2013
Prezado irmão,
Estou concluindo os estudos na CFW com uma classe na EBD da Igreja a qual pastoreio.
DE fato, este apêndice nunca me "desceu" bem. Se o irmão me permitir quero utilizar esse seu artigo quando abordar esse apêndice.
Grato
Rev.Olivar
Hélio Clemente
Resposta para Rev.Olivar
escrito por Hélio Clemente, abril 02, 2013
Caro Olivar

Fique à vontade para utilizar qualquer material do site em sua igreja, para isto estão aí.

Louvado seja Deus!

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