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9 – CAPÍTULO IV - DA CRIAÇÃO

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Confissão de fé de westminster

Por: Helio Clemente

9 – CAPÍTULO IV - DA CRIAÇÃO

Capítulo IV, Seção I – Criação a partir do Nada

Aprouve a Deus o Pai e o Filho e o Espírito Santo (1), para a manifestação da glória do seu eterno poder, sabedoria e bondade (2), criar ou fazer do nada, no espaço de seis dias, o mundo e tudo o que nele há, visíveis ou invisíveis, e tudo muito bom (3).

1.1 - Gênesis 1,1: “No princípio, criou Deus os céus e a terra”.

1.2 - Gênesis 1,2: “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”.

1.3 - Hebreus 1,2: “Nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”.

2 - Jeremias 10,12: “O SENHOR fez a terra pelo seu poder; estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus”.

3 - Colossences 1,16: “Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele”.

Resumo

Deus criou o universo fora de si, todas as coisas no universo são criadas, nada nele é eterno ou auto-existente.

O universo e todas as criaturas biofísicas ou espirituais foram criados a partir do nada.

Deus criou primeiramente o tempo, que é a estrutura primária do universo, antes disso não existia nada além de Deus e a eternidade.

O Deus auto-existente

O Deus revelado na Escritura é todo-poderoso e infinito existindo eternamente por si mesmo, acima e além do tempo, do espaço, da matéria e dos seres criados, e com a criação não se confunde ou se mistura. A Escritura revela, também, um Deus que mantém o universo pelo poder de sua providência contínua e infalível, ao mesmo tempo, um Deus espiritual e pessoal que cuida de cada uma de suas criaturas individualmente.

A ciência e a meditação podem revelar um poder ou força criadora anterior e maior que o universo criado, a partir da qual todas as coisas vieram a existir, mas a ciência não consegue, de forma alguma, imaginar ou conceber o Deus revelado: triúno, espiritual, infinito, eterno e ao mesmo tempo, mantendo o universo pela palavra de seu poder e interessando-se pessoalmente por cada uma de suas criaturas.

O Deus criador

As escrituras, de maneira geral atribuem a criação ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo indistintamente, conforme as funções assumidas por cada uma das pessoas na realização do Plano Eterno de Deus.

O tempo da criação

O mundo foi criado, segundo as Escrituras, em seis dias, a partir do terceiro versículo do livro do Gênesis. Dificilmente podem ser dias semanais como são conhecidos hoje. Não reste dúvida que Deus é soberano, tendo poder para fazer o mundo vir à existência até em seis horas, seis minutos, seis segundos ou instantaneamente, como acreditavam muitos religiosos judeus, porém a mensuração do tempo só faz sentido para os homens, seres finitos e vinculados à matéria, ao espaço e ao tempo, mas não para Deus, eterno, infinito e absoluto.

A. A. Hodge: “O registro de Gênesis, breve e geral como ele é, foi designado e admiravelmente adaptado para lançar o fundamento de uma fé inteligente em Jeová como o criador absoluto e o modelador imediato e governador providencial de todas as coisas. Mas ele não foi designado nem para impedir, nem para tomar o lugar de uma interpretação científica de todos os fenômenos existentes e de todos os traços da história pregressa do mundo que Deus permitiu aos homens descobrirem”.

Seguem abaixo algumas considerações sobre os dias da criação.

O caos: A grande maioria dos teólogos concorda que existe um grande espaço de tempo, pelo menos entre o verso primeiro e o terceiro do primeiro capítulo do livro do Gênesis. Existem duas explicações principais para isto:

1 - Este intervalo corresponde ao caos resultante da revolta de Lúcifer e seus anjos.

Esta explicação vem negar a soberania e a providência divina, pois supõe que Deus foi pego de surpresa pela revolta de Lúcifer. A bíblia expõe claramente a soberania de Deus e o absoluto controle dos seres criados em obediência aos seus Decretos Eternos, por este motivo não pode ser essa a explicação correta.

 

2 – Conforme A. A. Hodge, em concordância com Agostinho, este intervalo refere-se a uma criação inicial dos elementos primários que compõe a matéria - ‘creatio prima’ - hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, carbono etc. Estes elementos ficaram espalhados desordenadamente no universo, como uma nuvem invisível de baixa densidade, formando o caos a que se refere a bíblia.

Depois disto, a partir desses elementos primários Deus reordenou e combinou estes elementos para formar todas as coisas e os seus ajustamentos no sistema do universo - a ‘creatio secunda’. Esta consideração parece bastante correta, pois dá lugar às eras geológicas e à formação natural e progressiva do universo, conforme as forças da natureza, complementadas pelas intervenções criadoras de Deus nos devidos tempos e pela providência divina.

Pode-se verificar pelo registro bíblico, que a natureza é contínua, não caminhando em saltos ou apresentando situações divergentes em diferentes épocas ou locais, nada indica que deveria ser diferente no início da criação. As variações da natureza, abruptas e contrárias a si mesmas são realizadas pelos milagres de Deus, que somente acontecem épocas apropriadas e sempre com um propósito claro e objetivo, pois, não existe propósito na realização de milagres desnecessários, sem finalidade específica e objetiva, que desta forma se tornam vãos.

O “dia da criação”, antes do “dia solar”:

Gênesis 1,3-4: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas”.

A “luz” referida neste versículo não se refere à luz solar, que foi criada no quarto dia, a luz, neste verso, veio a existir pela Palavra de Deus, o Verbo Divino, ela é a luz de Cristo, a Sabedoria de Deus que precede e possibilita a organização do universo e a criação dos seres vivos e de todas as coisas que fazem parte do universo criado.

João 1,3-5: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.

O dia solar somente apareceu no “quarto dia da criação”:

Gênesis 1,16-19: “Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o quarto dia”.

Pelo que a Palavra de Deus relata em Gênesis, não é lógico afirmar com certeza que os seis dias da criação correspondem exatamente aos dias da semana no calendário gregoriano ou lunar. Ademais, os dias e as noites só tem 24 horas na linha do equador, nos pólos terrestres os dias e noites chegam a durar vários meses. O mais provável pelo desenvolvimento natural do universo é que esses dias correspondam ao desenvolvimento natural do universo e às eras geológicas.

O Sétimo Dia

Na verdade, embora a tradição ensine diferentemente, o universo, a flora, a fauna e a humanidade, foram concluídos no sétimo dia, não no sexto.

Gênesis 2,1-3: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”.

Deus começa o seu “descanso” no decorrer do dia sete. O Criador, completada a obra da criação no sétimo dia, descansou, isto é, chegou ao final de uma tarefa, continuando sem intervalo o trabalho da providência, da previdência, e da regência da ordem e dos seres criados, pois Deus é espírito puro e não tem a necessidade do descanso como as criaturas biológicas.

Salmo 121,4: “É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel”.

Jesus revela que o Pai trabalha sem descanso sabático, e ele, Segunda Pessoa da unidade trina, faz o mesmo.

João 5,17: “Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”.

A semana do homem, na qual ele jamais termina obra alguma, é apenas um símbolo, ou imagem, da semana da criação, existindo no calendário civil dos povos e na liturgia da Igreja para lembrança dos seguintes fatos:

A - Deus, sendo espírito puro e todo-poderoso, é incansável, passando de tarefa a tarefa sem intercurso e sem descanso; mas o homem se fatiga, necessitando de repouso e pausa nas lutas semanais.

B - Deus é criador de todas as coisas, preservador da criação, governador dos povos e salvador do homem.

C - O homem precisa de tempo para o descanso dos que trabalham para ele.

Deuteronômio 5,14: “Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua serva descansem como tu”.

D - O Criador concede ao salvo o tempo necessário à adoração e ao serviço litúrgico. Pelo culto ao Criador o redimido santifica o sétimo dia, isto é, separa-o para Deus.

As coisas criadas e o plano eterno de Deus

“E viu Deus que tudo quanto fizera, e eis que era muito bom”.

Tudo que Deus criou, fez e mantém é intrinsecamente bom e compõe a universalidade do seu plano eterno.

A malignidade existe, sendo determinada por Deus através de eventos isolados no universo, tais como as catástrofes naturais, as guerras, o mal causado pelo homem, a doença e a pobreza, que não possuem autonomia em si mesmas, mas antes, existem como partes integrantes e necessárias à decorrência do plano divino.

Romanos 8,28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Capítulo IV, Seção II – Homem, a imagem de Deus

Depois de haver feito as outras criaturas, Deus criou o homem, macho e fêmea (1), com almas racionais e imortais (2), dotando-os de inteligência, retidão e verdadeira santidade segundo a sua própria imagem (3), tendo a lei de Deus escrita em seus corações (4) e o poder de cumpri-la, mas com a possibilidade de transgredi-la sendo deixados à liberdade da sua própria vontade que era mutável (5). Além dessa lei, escrita em seus corações, receberam o preceito de não comerem da árvore da ciência do bem e do mal (6); enquanto obedeceram este preceito foram felizes em sua comunhão com Deus (7) e tiveram domínio sobre as criaturas (8).

1- Gênesis 1,27: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”.

2 - Gênesis 2,7: “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”.

3 - Gênesis 1,26: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra”.

4 - Romanos 2,15: “Estes mostram a norma da lei gravada no seu coração, testemunhando-lhes também a consciência e os seus pensamentos”.

5 - Gênesis 3,6: “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu”.

6 - Gênesis 2,16-17: “E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.

7 - Gênesis 2,25: “Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam”.

8 – Gênesis 1,28: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra”.

Resumo

O homem e a mulher foram criados por Deus em seu estado adulto; física, mental e espiritualmente maduros.

Deste primeiro casal foi gerada toda a humanidade.

O homem, em sua criação, foi dotado de uma alma imortal.

A imagem de Deus no homem:

1 – Semelhança: A semelhança de Deus no homem constitui-se em um espírito racional, imortal, moral, livre e pessoal. Por esta condição, o homem tem a habilidade inata do conhecimento de Deus e apreensão das coisas espirituais.

Gênesis 1,26: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra”.

2 – A queda: Através da queda, o homem continuou com a consciência inata do conhecimento de Deus, mas, a capacidade de se voltar para Deus, compreender as coisas do Espírito e sujeitar-se ao seu governo moral e espiritual foi destruída.

1 Coríntios 15,22: “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.

3 – A salvação: Em seu estado atual, o homem é incapaz de prover sua própria salvação, independente do modo como proceda, depois da queda a comunhão do homem com Deus somente pode ser restaurada pela graça divina.

Efésios 2,5: “E estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos”.

4 – A responsabilidade: O homem é sempre, antes e depois da queda, um ser moral e traz em sua alma a necessidade e obrigação de executar os desígnios de Deus, mas, após a queda, não traz mais em sua natureza a capacidade para executar o bem, mas somente o mal. Apesar desta incapacidade o homem tem sempre presente sua consciência moral, por este motivo todos os homens são responsáveis e indesculpáveis perante Deus, pelas suas ações e atitudes durante esta vida terrena.

Romanos 7,23-24: “Mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”.

A Imortalidade do homem: Nenhum ser criado é imortal pela sua natureza, a imortalidade da alma procede de Deus, que é eterno e imortal em si mesmo.

O espírito (ou alma) imortal do homem foi dado pelo sopro de Deus, o que diferencia o homem dos animais irracionais, criados somente pela palavra de Deus. Este espírito imortal retorna a Deus no momento da morte, aguardando a ressurreição do corpo no dia do juízo.

1 Timóteo 6,16: “O único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!”.

Adão e a lei: O primeiro homem tinha originalmente a capacidade de decidir entre o certo e o errado, de obedecer ou desobedecer, desobedeceu e caiu; com ele cai toda a humanidade que dele procede por geração ordinária. O pacto com Adão consistia em não comer o fruto proibido, este fruto não tinha uma origem maligna ou trazia em si algo intrinsecamente maldoso, o que pesava sobre ele era a proibição de Deus. Adão recebeu a sentença divina pelo pecado: a morte espiritual e o afastamento de Deus. Sua natureza estava corrompida pelo pecado, os descendentes de Adão não têm mais o arbítrio para deixar de pecar e agradar a Deus, sua vontade é escrava da natureza depravada originada na queda, o arbítrio do homem é ditado pela sua natureza corrompida: somente para o mal e o pecado.

Gênesis 6,5: “Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração”.

Evolucionismo:

Quando Charles Darwin publicou o seu livro - “A Origem das Espécies” - o mundo científico ficou eufórico, finalmente alguém havia ‘desvendado’ o mistério. Atualmente a teoria da evolução é defendida por poucos cientistas realmente qualificados, devido aos seguintes fatos:

- Até hoje não se encontraram fósseis de espécies intermediárias que suportem a teoria evolucionária;

- Todos os sistemas físicos, deixados à sua própria natureza, deterioram-se inexoravelmente, esta é a segunda lei da termodinâmica. O universo e as criaturas somente podem se manter em sentido contrário a esta lei por um poder antagônico que sustente o universo e mantenha a vida em seu curso natural: a providência divina.

- O evolucionismo somente pode ser sustentado com a hipótese da preexistência da matéria. Hoje é um fato científico que o Universo teve uma origem em um determinado momento do tempo, a teoria do Big Bang, comprovada pela estação espacial Hubble, que captou sinais das ondas de choque geradas na explosão fantástica provocada pela vinda à existência do universo. Não se pode, logicamente, sustentar uma origem temporal do universo, e ao mesmo tempo, a preexistência da matéria.

- A teoria da evolução não explica a origem da vida ou da matéria, afirma, sem qualquer pressuposto científico sério, que a matéria existia previamente, o que é incompatível com as recentes descobertas sobre a origem do universo.

- Esta teoria também não explica como a vida surgiu espontaneamente, o que leva a afirmar que, somente por fé as pessoas podem acreditar nesta teoria sem propósito transformando-a em sem sombra de dúvida em uma religião.

O salto genético: J. A. Thompson propôs uma teoria evolucionária curiosa, o homem teria surgido em um salto genético, nascendo súbita e inexplicavelmente transformado, dos primatas para o homem. Simplificando com um exemplo: dois gorilas geraram um ser humano; é preciso realmente muita fé para acreditar em algo tão absurdo quanto estúpido, mas a ciência é um ídolo moderno, por incrível que pareça esta teoria tem muitos adeptos. Resta saber se o ser gerado era homem ou mulher, no caso, teriam que ser gerados desta forma estranha e milagrosa tanto um homem como uma mulher, contemporâneos, para que a raça se multiplicasse. UFA!

Enfim, cada um acredita naquilo que Deus preparou para ele, os caminhos e as boas obras dos filhos de Deus estão traçados antes da fundação do mundo, se fazemos o que quer que seja de bom, devemos isto a Deus, que olha pelos seus filhos e coloca em sua vida todos os meios conducentes para preservação de sua salvação. Louvado seja Deus!

Efésios 2,10: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”.

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