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Escritura

Alianças no AT - Libronix

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PRINCIPAIS ALIANÇAS NO ANTIGO TESTAMENTO

Tipo

Participantes

Descrição

Referências

Noé
Cessão real*

Estabelecida com o “justo” (Gn 6.9) Noé, seus descendentes e todo ser vivente sobre a terra; com toda a vida sujeita à jurisdição humana

Promessa divina incondicional de não destruir a vida na terra com alguma catástrofe natural, o sinal da aliança seria um arco-íris no céu

Gn 9.8-17

Abraão (I)
Cessão (terra) real*

Estabelecida com o “justo” (Gn 15.6) Abraão (e seus descendentes, v. 16). A fé de Abraão foi-lhe creditada como justiça

Reiteração da promessa de dar-lhe a terra

Gn 15.9-21

Abraão (II)
Aliança de vassalagem**

Estabelecida com Abraão

Promessa feita a Abraão e seus descendentes, condicionada para que reconhecessem o Senhor como seu Deus (Gn 4.9) e se consagrassem totalmente a ele. A circuncisão foi o sinal desta aliança

Gn 17

Sinaítico
Aliança devassalagem **

Estabelecida com o povode Israel, como descendentede Abraão, Isaque e Jacó, e na qualidade de povo redimido da escravidão no Egito

Promessa condicionada a que o povo de Israel reconhecesse o Senhor como seu Deus, protetor e garantidor de seu destino. A condição foi a total consagração de Israel como povodo Senhor, que vive sob a sua Lei e serve a seus propósitos na história

Êx 19—24

Finéias
Cessão real(*)

Estabelecida com o sacerdote Finéias

Promessa divina incondicional pela qual é dada à família de Finéias o “sacerdócio perpétuo” (promessa implícita de prover eternamente a Israel de um sacerdócio fiel

 

Nm 25.10-13

Davi
Cessão real(*)

Estabelecida com o rei Davi após expressar sua devoçãoa Deus como rei de Israele submissão como vassalo ungido pelo Senhor

Promessa divina incondicional de estabelecere manter a dinastia davídica no trono de Israel, de prover a nação de um rei como Davi para sempre e, através dessa dinastia, fazer por Israel o mesmo que fez por meio de Davi: trazer paz à Terra Prometida

2Sm 7.5-16; 1Rs 4.20-21; 5.3-4

Nova aliança
Cessão real(*)

Promessa a Israel rebelde, em vésperas de ser expulsada Terra Prometida

Promessa divina incondicional feita à rebelde Israel, que consistia no perdão de seus pecadose em escrever a lei divina “em seus corações”. É uma aliança de pura graça

Jr 31.31-34

PRINCIPAIS TIPOS DE ALIANÇAS OU TRATADOS NO ANTIGO ORIENTE MÉDIO

* Cessão real (incondicional): Cessão de terra ou de algum outro benefício que era feito a um servo fiel pela prestação de um serviço excepcional. A cessão era normalmente perpétua e incondicional, mas os descendentes do servo somente se beneficiavam dela se continuassem sendo leais e servindo como o pai (cf. 1Sm 8.14; 22.7; 27.6; Et 8.1).

** Aliança de soberania-vassalagem (condicional): Aliança que estabelecia as relações entre um grande rei e um dos monarcas que lhe estavam sujeitos. O grande rei reclamava direitos e soberania absoluta, exigia total lealdade e serviço (o rei vassalo devia “amar” seu soberano) e prometia a proteção do reino e da dinastia vassala, com a condição de que esta última se mantivesse fiel e leal. O vassalo proclamava sua absoluta lealdade ao rei soberano - e a sua disposição em servi-lo no que este pedisse - e prometia que acolheria unicamente sua proteção. Os participantes se chamavam mutuamente “senhor” e “servo” ou “pai” e “filho” (cf. Js 9.6,8; Ez 17.13-18; Os 12.1).

Paridade: Uma aliança entre iguais, que os unia em uma amizade mútua ou, pelo menos, em uma relação de respeito mútuo em suas respectivas esferas de ação e interesses. Os participantes se chamavam entre si “irmãos”.

As promessas que se faziam nestas alianças eram acompanhadas de maldições proclamadas de forma oral e cerimonial. Pedia-se aos deuses que servissem de testemunhas das alianças e que trouxessem as maldições que anunciavam os votos pronunciados se estes fossem violados.

 


v. versículo

cf. conferir

Última atualização em Qui, 13 de Agosto de 2015 22:49
 

Suficiência da Escritura - K. Baker (Monergismo)

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A Suficiência da Escritura
Kyle Baker
Tradução: Felipe Sabino de AraújoNeto / Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
O ponto de partida para buscar a Deus e entender a nós mesmos deve ser a Palavra de Deus, a Bíblia.
2Tm. 3:16-17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.
A primeira declaração de Paulo aqui é extremamente importante: a Escritura é inspirada por Deus. A frase “inspirada por Deus” significa literalmente “soprada por Deus”. Temos disponível na Bíblia a verdadeira Palavra de Deus, como se ele estivesse falando audivelmente essas mesmas palavras. Antes de avaliar nossas crenças a respeito de Deus, deveríamos primeiro avaliar nossas crenças com respeito a essa declaração de Paulo. Se cremos verdadeiramente que a Bíblia é a Palavra de Deus, então devemos crer que tudo encontrado nela é verdadeiro. Deveríamos ser também estimulados a aprender tudo que está na Bíblia, assim como ficaríamos se sentássemos diante de Deus e ouvíssemo-lo falar.

 

Teologia Reformada - J. M. Boyce

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TEOLOGIA REFORMADA

James Montgomery Boice



A Teologia Reformada recebe seu nome da Reforma Protestante do século XVI, com suas ênfases teológicas distintas, mas é teologia solidamente baseada na própria Bíblia. Os crentes na tradição reformada têm alta consideração as contribuições específicas como as de Martinho Lutero, Jonh Knox e, particularmente, de João Calvino, mas eles também encontram suas fortes distinções nos gigantes da fé que os antecederam, tais como Anselmo e Agostinho e principalmente nas cardas de Paulo e nos ensinamentos de Jesus Cristo.

Última atualização em Seg, 04 de Maio de 2015 07:37
 

Um Chamado à Racionalidade - G. Crampton

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Nós vivemos em dias quando o sermão do Apóstolo Paulo na colina de Marte, aos filósofos do primeiro século, com respeito à adoração de um deus desconhecido (Atos 17), é muito relevante. Nossa era está inundada no irracionalismo; ela pode até mesmo ser chamada de a “era do irracionalismo”. E muitos nos círculos alegadamente cristãos estão expondo uma teologia irracional em nome de Cristo. Coisas sem sentido, como C. S. Lewis uma vez predisse, estão espalhadas por todo lugar. Há 23 anos John Robbins avaliou corretamente a situação:

 


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