Vivendo Pela Palavra

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CESSACIONISMO

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Embora os excessos “carismáticos” de hoje em dia extrapolam-se para além da tradicional prática de falar em línguas e descambam-se para os verdadeiros espetáculos que raiam ao bizarro (haja vista as manifestações extáticas associadas à Bênção de Toronto), as línguas ainda podem ser consideradas assunto em pauta, ante a necessidade de esclarecimento acerca da matéria. Não nos estendemos pelos muitos outros pontos teológicos envolvidos, como a teologia da segunda bênção, o papel da experiência subjetiva na vida cristã, e assim por diante.

 

Chomsky, Levy-Strauss e Mauss

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Chomsky, Levy-Strauss e Mauss
O pensamento socio-filosófico e a necessidade de Deus

por

Ronaldo Lidório


A filosofia antropológica é uma das minhas áreas de interesse, sobretudo as teorias que giram em torno das formas normativas para agrupamentos sociais. Nos últimos tempos tenho lido pensadores contemporâneos que, em algum instante de suas conclusões teóricas, propuseram a não existência de Deus. Já estudava Chomsky há algum tempo e recentemente interessei-me por outras mentes brilhantes que igualmente iniciaram suas carreiras acadêmicas tentando dispensar teoricamente a existência do Eterno na formulação social humana. Minha pequena pesquisa pessoal tinha como alvo avaliar as conclusões finais em seus estudos já que todo pensador possui valores ainda inconclusivos ao longo da pesquisa. Como interessado na antropologia sinto-me atraído pelo que podemos chamar de ‘acuo filosófico'. Um momento dialético em que o pensador (ou uma sociedade pensante) conclui, mesmo com amargura e não raramente revolta acadêmica, a necessidade do Eterno sem o qual a humanidade torna-se empírica e filosoficamente inviável. Reconheço como leitor da Palavra que não há aí nenhuma luz que os conduza a Deus. Somente a Graça o faz. Entretanto há certamente uma escuridão que faz compreender o vácuo existencial sem a concepção de Deus.

 

O Cientista como Evangelista - John W. Robbins

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Estou muito honrado e agradecido de poder lhes falar esta manhã sobre o assunto “O Cientista como Evangelista”. Esse é um assunto muito importante, e muito negligenciado também. Creio que pouquíssima atenção tem sido prestada a ele; pelo menos os cristãos têm prestado pouca atenção. Carl Sagan foi um evangelista muito eficaz para a sua filosofia de ciência anti-cristã. Mas os cristãos não dão ao assunto a atenção que ele merece. As razões para os cristãos ignorarem a matéria são muitas. Gostaria de discutir umas poucas com vocês.

 

DECLARAÇÕES REFUTÁVEIS - FRAMME

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Vários tipos de declarações têm sido descritas como “auto-refutáveis”:

(1) Contradições Lógicas, tais como “Sócrates é mortal e Sócrates não é mortal.” Se as duas ocorrências de “mortal” nessa sentença são atribuídas a Sócrates ao mesmo tempo e na mesma relação, então a sentença não pode ser verdadeira. A primeira sentença refuta a segunda, e vice-versa.

(2)  Certas declarações auto-referenciadas, isto é, declarações que remetem a si mesmas, são auto-refutáveis, tais como “Todas as declarações são falsas.” Se essa declaração é verdadeira, então é falsa.

 


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