Vivendo Pela Palavra

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ANDANDO NOS PASSOS DE JESUS - LARRY MCCALL

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O Novo Testamento mostra com clareza que o objetivo final de Deus para todos os crentes é que se assemelhem a Jesus Cristo. O Apóstolo Paulo escreveu em Romanos 8.29 que Deus nos predestinou para sermos conformes à imagem, ou semelhança, de seu Filho. Tendo nos predestinado a este fim, Deus começa a transformar-nos nesta imagem por meio de seu Espírito, que opera em nós (2 Coríntios 3.18). Então, o escritor aos Hebreus nos diz que devemos ter parte em sua santidade. Esta é simplesmente outra forma de dizer que temos sido conformados à sua imagem.

 

 

Apócrifo - Ágrapha Extra Evangelho

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AGRAPHA EXTRA-EVANGELHO
Durante os três anos de sua pregação, Jesus Cristo falou para multidões, em diversos lugares. Muito do que ele disse ficou registrado nos Evangelhos do Novo Testamento. Frases, sentenças e palavras, conhecidas como agrapha, acabaram sendo transmitidas pela
tradição oral e mais tarde registradas também. Esses registros foram sendo copiados, recopiados e traduzidos, muitas vezes sofrendo alterações conforme a interpretação da época ou da pessoa que lidava com esses textos.

 

 

O SER E A NATUREZA DE DEUS - HELIO

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O estudo da natureza de Deus é o fundamento para se conhecer o universo, a estrutura e a origem de tudo o que existe, bem como as limitações do conhecimento humano. O ponto inicial do presente estudo é o pressuposto escriturístico, por esse motivo não será colocada em questão a existência de Deus, Ele existe e se revela através da Escritura, mas serão vistos, a seguir, os argumentos seculares para existência de Deus e suas implicações filosóficas, considerando também as implicações teológicas resultantes desses argumentos.

 

 

Apócrifo - Declaração de José de Arimateia

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CAPÍTULO 1
Eu sou José de Arimatéia, aquele que pediu a Pilatos o corpo do Senhor Jesus para sepultá-lo, e que por este motivo se encontra agora acorrentado e oprimido pelos Judeus, assassinos e rebeldes a Deus, os quais, além disso, tendo a lei em seu poder, foram a causa de aflições para o próprio Moisés e, depois de enraivecer o legislador e de não haverem reconhecido a Deus, crucificaram o Filho de Deus, coisa que ficou bem caracterizada para quem conhecia a condição do Crucificado. Sete dias antes da paixão de Cristo, foram enviados de Jericó ao governador Pilatos dois ladrões cujas culpas eram as seguintes:
O primeiro, chamado Gestas, costumava matar viajantes com a espada, ou deixava-os nus. Quanto às mulheres, ele as pendurava pelos tornozelos, de cabeça para baixo, para depois cortar-lhes os seios. Tinha predileção por beber o sangue das crianças. Nunca
conheceu a Deus, não obedecia às leis e, violento com era, vinha executando tais ações desde o início de sua vida.

 

 

A Consumação - Spykman

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A Consumação

por

Gordon J. Spykman

Comentários de Transição[1]

 

O contexto central da história bíblica continua se desenvolvendo. O capítulo final está sendo escrito nos registros da história da redenção. Tradicionalmente leva o título de “Escatologia”. Várias vezes, como Barth comenta ironicamente, lhe é atribuído o título de “um capítulo breve e completamente inofensivo,”[2]reservado para a última semana de um semestre de estudos, deixando pouco tempo para trata-lo seriamente. Mas tal prática reduz o ensino bíblico. Porque a doutrina das “últimas coisas” é “a interpretação [destes ‘tempos finais’] a partir de uma perspectiva do ponto central da Escritura”.[3]O drama escatológico está sendo executado. Não introduz temas e aspectos totalmente novos, nunca ouvidos. Não apresenta um rompimento do passado com o presente. Todavia, há progresso. Porque esta história do “tempo final” leva adiante a história da criação, queda e redenção, reunindo a totalidade dos seus diversos elementos numa série de fantásticos atos que atingirão o seu ápice final. Por isso, na doutrina da consumação de todas as coisas estamos tratando com surpreendentes descontinuidades dentro da continuidade do atuar de Deus no mundo. Nas palavras de Bavink “a primeira e segunda vinda de Cristo estão numa mútua relação, tão estreita quanto possível. É uma única obra, confiada pelo Pai a Cristo, e essa obra se estende a todas as épocas, e inclui toda história da humanidade”.[4]

 


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