Agostinho: "Assim como somente o Filho de Deus se fez Filho do Homem para que consigo nos fizesse filhos de Deus, assim também por nós somente ele sofreu castigo sem maus merecimentos, a fim de que, através dele, sem bons merecimentos, conseguíssemos graça que não nos era devida".

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As únicas informações que temos sobre Jonas é que ele era um profeta de Israel, filho de Amitai, também desconhecido, e natural de Gate-Hefer, que predisse a vitória de Jeroboão II sobre a Síria.

2 Reis 14,25: “Restabeleceu ele os limites de Israel, desde a entrada de Hamate até ao mar da Planície, segundo a palavra do SENHOR, Deus de Israel, a qual falara por intermédio de seu servo Jonas, filho de Amitai, o profeta, o qual era de Gate-Hefer”.

O livro de Jonas: Este livro consiste em uma espécie de relato biográfico, relata as aventuras protagonizadas pelo profeta, que, contra a sua vontade é enviado por Deus para cumprir em Nínive a árdua tarefa de anunciar aos seus habitantes que, ao final de quarenta dias, a cidade seria destruída caso não se arrependessem.

A narrativa apresenta Nínive como paradigma do pecado, aos olhos de Deus, a maldade, ali, cresceu a ponto de já ter sido decretado o seu castigo iminente.

A vida é uma sucessão de incertezas, todos estamos sujeitos a imprevistos e ninguém consegue realizar plenamente a sua vontade, pois todas as coisas na vida do homem acontecem motivadas por forças maiores que fogem ao controle das pessoas.

Todos estamos sujeitos a acidentes, perdas ou ganhos fora de nossos propósitos, e cada vez mais a insegurança toma conta das pessoas: acidentes, criminosos cada vez mais ousados, empregos e negócios são incertos, enfim, contamos com uma série de coisas que não trazem segurança e podem nos deixar em situações inesperadas e difíceis, mas, não existem certezas na vida do homem?

1 Pedro 1,24: “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor”.

Existem, de fato, algumas certezas na vida do homem, vejamos abaixo o nosso texto básico na Carta aos Hebreus.

Hebreus 9,27: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”.

 

Esdras 8,22: “Porque tive vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo no caminho, porquanto já lhe havíamos dito: A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e a sua ira, contra todos os que o abandonam”.

O dilema de Esdras – o caminho era perigoso, salteadores e povos hostis estavam presentes em todo percurso, a caravana levava consigo muitas riquezas, verdadeiros tesouros que estavam na casa do senhor e haviam sido devolvidos pelo rei, que ofereceu uma escolta para acompanhar a caravana em sua jornada.

Todavia, por muitas vezes disse Esdras ao rei que sua confiança estava somente em Deus, que Deus é poderoso para guardar seus filhos de todo mal.

 

A oração de Ezequias é um exemplo apresentado pelo profeta Isaías do que representam as orações dos filhos de Deus. O reinado de Ezequias é uma transição entre as profecias de Isaías, é o contexto intermediário entre as ameaças de destruição e a realização de fato destas ameaças.

No reinado de Ezequias a ameaça era a Assíria, depois dele a ameaça passa a ser a Babilônia, que irá dominar o reino de Judá e incorporá-lo ao império babilônico. Senaqueribe, o rei da Assíria, tinha invadido várias nações com fúria irresistível e nenhuma delas havia conseguido resistir, todas haviam sido subjugadas pela Assíria.

Isaías 36,1: “No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá e as tomou”.

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