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Doutrina

30 PAPAS QUE ENVERGONHARAM A HUMANIDADE – Jeovah Mendes

APRESENTAÇÃO
Fartamo-nos de ouvir através dos meios de comunicação, sejam eles o rádio, o jornal ou a televisão, o apelo do Papa João Paulo II, pedindo perdão à Humanidade pela intolerância religiosa e crimes cometidos em nome da Igreja Católica, ao longo de sua trajetória tenebrosa e sanguinária. A atitude do eminente Pontífice é bastante louvável, embora saibamos que a atual
geração nada tem a perdoar, uma vez que nada sofreu, mas sim aqueles que padeceram sob a opressão do catolicismo, nos séculos passados. Contudo, aqueles mártires já nada mais podem perdoar, pois estão mortos, ficando sem efeito os rogos e as lágrimas do bom velhinho — que, felizmente, não tem as mãos manchadas de sangue, sendo (Graças a Deus!) um dos grandes Papas da História.
Numa série de ‘abacaxis’ que a Santa Sé vem tentando ‘descascar’ neste final de milênio, encontra-se a omissão do Papa Pio XII diante do massacre de seis milhões e meio de judeus nas mãos dos agentes hideristas, de 1939 a 1945, durante a Segunda Guerra Mundial. Pio XII foi íntimo de Hitler, Mussolini e Franco – o trio infernal que fez sangrar 50 milhões de seres humanos nos campos de batalha da Europa, Ásia e África, com a anuência e as bênçãos desse Papa das Trevas, tão insensível quanto seus parceiros ditadores.
Da mesma forma, Inocêncio III, Gregório IX, Inocêncio IV, Paulo III, Pio IV, Pio V e Gregório XIII, com suas cruzadas sanguinolentas e seus infames tribunais inquisitoriais, foram responsáveis pelo extermínio de dez milhões de supostos inimigos do clero romano, entre os anos de 1208 a 1820, até o desmantelamento do Tribunal do Santo Ofício por Napoleão
Bonaparte, o maior dos imperadores de França – quando a diabólica Santa Inquisição chegou ao seu final. Como estes, há diversos outros fatos, que, considerados gravíssimas ofensas à coexistência humana, muitos gostariam de apagar da memória universal.
É, portanto, com a intenção de trazer a público o necessário
conhecimento destes terríveis episódios históricos, de modo organizado, conciso e metódico, que este trabalho foi concebido. Que os leitores sintam-se livres, pois, para tirarem suas próprias conclusões.
Fortaleza/CE, outubro de 2000
JEOVAH MENDES

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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