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A ELEIÇÃO É VERDADEIRA

A ELEIÇÃO É VERDADEIRA

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Por: Helio Clemente

 

Este estudo sobre a eleição será baseado nos versos treze e quatorze do capítulo dois na Segunda Carta aos Tessalonicenses e em algumas idéias transmitidas nos sermões de Charles H. Spurgeon desenvolvidas pelo autor (as citações literais de Spurgeon estão em itálico).

2 Tessalonicenses 2,13-14: “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo”

Charles Spurgeon: “Se não houvesse outro texto na sagrada Palavra, à exceção deste, penso que todos deveríamos ser prontos para receber e reconhecer a fidelidade da grande e gloriosa doutrina da predeterminação da família de Deus. Mas parece haver um inveterado preconceito na mente humana contra essa doutrina; ela é a mais frequentemente desprezada e rejeitada. A grande maioria dos pregadores evita este tema, pois não é o que eles chamam de doutrina prática, é mais agradável ao ego humano falar sobre comportamento, moral e conformidade social, mas estão equivocados, pois isto não é cristianismo de forma alguma”.

“O que Deus revelou, ele o fez com um propósito, e é dever do pregador abordar todos os aspectos da doutrina divina, principalmente este da eleição, pois ele é fundamental para entendimento da natureza de Deus e da salvação em Jesus Cristo”.

O apóstolo Paulo, adota este princípio, e quando se despede de seus amigos em Mileto, o deixa bastante claro.

Atos 20,26-27: “Portanto, eu vos protesto, no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus”.

Ainda baseado na sequência desta idéia conforme transmitida por Spurgeon, que traduz correta e decisivamente a posição bíblica defendida neste estudo, segue abaixo a continuação da exposição acima, com interpretação e redação livre do autor.

A doutrina da eleição não pode ser transmitida através do pragmatismo, da pregação moral, dos exemplos de vida ou do entretenimento, ou seja: O pregador pode proclamar, ou a livre vontade do homem, ou a livre graça de Deus, uma coisa exclui a outra, não existe possibilidade de concordância.

Agostinho: “Sabemos que a graça de Deus não é dada a todos os homens; e àqueles a quem é dada, não é feito segundo os méritos das obras, nem segundo os méritos da vontade, mas por graciosa benevolência; àqueles a quem não é dada, sabemos que não é dada, pelo justo juízo de Deus.”

Normalmente evita-se uma abordagem tão direta deste tema, que apesar de ser uma doutrina bíblica incontestável, ainda ofende a muitos religiosos, a maioria. Mas, quanto a isto, alguns darão ouvidos a esta doutrina, crerão e serão salvos, outros terão seus ouvidos tapados, não crerão e serão condenados.

Deuteronômio 28,63: “Assim como o Senhor se alegrava em vós outros, em fazer-vos bem e multiplicar-vos, da mesma sorte o Senhor se alegrará em vos fazer perecer e vos destruir; sereis desarraigados da terra à qual passais para possuí-la”.

Reconhecer que estava errado ontem é perceber que está sendo aperfeiçoado na verdade hoje, mas, qualquer pessoa que disser que esta doutrina não é revelada, então rejeite a doutrina, mas coerentemente rejeite também a bíblia, porque a doutrina esta lá.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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