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Antropologia

A PENA CAPITAL – C. HODGE

A PENA CAPITAL – CHARLES HODGE

Revisão e diagramação por: Helio Clemente

 

Por conta do sexto mandamento, que proíbe o homicídio malicioso, está claro que na proibição não se inclui a satisfação pessoal da pena capital. Este castigo não é aplicado para gratificar o sentimento de vingança, mas para dar satisfação à justiça e para preservar a sociedade.

Devido ao fato de que estes são fins legítimos e da maior importância, segue que a pena capital para o assassinato também é legítima. Este castigo, não somente é legítimo, como também obrigatório.

Porque está expressamente declarado na bíblia que: Aquele que derramar o sangue do home, pelo homem seu sangue será derramado, porque a imagem de Deus está no homem (Gênesis 9,6).

É patente que isso é uma obrigação perpétua, pois foi ordenado a Noé, a segunda cabeça da raça humana. Isso não foi designado para uma nação em particular, é o anúncio de um princípio geral da justiça, uma revelação da vontade de Deus.

Ademais, a razão assinalada pela lei é uma razão permanente, o homem foi criado à imagem de Deus, e por isso, quem derrame o seu sangue, pelo homem seu sangue será derramado. Esta é uma razão tão válida em um tempo ou lugar quanto em qualquer outro tempo ou lugar.

O homicídio em defesa própria (ou em defesa de outros inocentes)

Fica, também, claro, que o sexto mandamento não proíbe o homicídio em defesa própria:

1 – Porque este homicídio não é malicioso, e portanto, não entra no campo da proibição

2 – Porque a auto-preservação é um instinto da nossa natureza, e, portanto, uma revelação da vontade de Deus;

3 – Porque é uma imposição da razão e da justiça natural que, se uma das pessoas tem que morrer, é o agressor e não o agredido.

4 – Porque o juízo universal dos homens e a Palavra de Deus declara inocente aquele que mata o outro defendendo a sua própria vida ou a de pessoas inocentes.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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