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A PESSOA DE CRISTO – BERKOUVER

Em 1871, o Dr. A. Kuyper deu uma aula sobre o Modernismo que se tornou famosa, “Fata Morgana em campo cristão.” Traçou um paralelismo impressionante entre o esplêndido fenômeno luminoso dos céus de Régio e a Fata Morgana, com o movimento modernista. Além de revestir-se de beleza sedutora, o Modernismo aparece como uma lei natural que, embora prevista, é tão irreal como uma miragem. O discurso de Kuyper constitui um requisitório implacável contra essa heresia do século XIX, antítese irredutível à fé cristã. Denunciou o fato de que a heterodoxia aparece, no plano cristão, de acordo com determinada lei, tal como surgem as miragens na atmosfera: é refração necessária do luminoso raio evangélico no céu espiritual de todos os séculos. Cada época produz sua própria forma de heresia na Igreja. Desde que ao século XIX é dado um lugar privilegiado na História, deveria surgir nele — de conformidade com as leis históricas — uma heresia majestosa. Surgiu assim o Modernismo “de beleza sedutora”. Kuyper lembrava-se da influência que esta doutrina exercia sobre o seu espírito, especialmente quando nos lábios de Scholten, pois em 1871 o primeiro confessava ter compartilhado, por algum tempo, dos sonhos do Modernismo. Já octogenário, ainda evocava diante dos alunos da “Universidade Livre” sua “petulância espiritual”, causa de seus deslizes passados. “Em Leyden eu me achava entre os que aplaudiram calorosa e ruidosamente quando Rauwenhoff, nosso professor, manifestou sua ruptura total com a fé na ressurreição de Cristo.” Acrescentava, porém: “Hoje a minha alma treme por causa da desonra que outrora infligi a meu Salvador.” Finalizando sua preleção, Kuyper fez uma referência especial à Encarnação do Verbo, com relação à qual aparece mais espetacularmente o imenso abismo entre a Ortodoxia Cristã e o Modernismo. Este aparece como a ressurreição do Arianismo. “Basta modificar nomes e datas, e a história do Arianismo será a do Modernismo”, em suas linhas gerais.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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