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Escatologia

A SÉTIMA TROMBETA DO APOCALIPSE – MOODY

Revisão e diagramação por: Helio Clemente

Apocalipse 11,15-18: “E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.
E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,
Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.
E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”.

A Sétima Trombeta e a Cena no Céu

Tal como na abertura do sétimo selo, quando o sétimo anjo faz soar a sétima trombeta, nenhum acontecimento imediato se segue e nenhum juízo imediato é anunciado. Antes, com o soar desta trombeta, temos uma cena no céu, e faz-se uma das maiores declarações de toda a Bíblia referentes a Cristo: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (v. 15). O mundo inteiro aparece agora sob um só poderoso governo universal.

Esta declaração é seguida por um hino de louvor oferecido pelos vinte e quatro anciãos a Deus Todo-Poderoso. Esta é a única ocasião em que os anciãos são descritos prostrando-se diante de Deus. Com o anúncio de que o reino de Deus através de Cristo está próximo, recebemos um resumo pitoresco (v. 18) dos acontecimentos que vão se suceder:

1) as nações estão iradas; isto é, haverá uma tentativa de agressão contra Cristo e os Seus;

2) a ira de Deus está para se desencadear;

3) os mortos serão julgados;

4) os crentes, aqui se dividem em três grupos – os profetas, os santos, e os que temem o Seu nome, serão recompensados;

5) os destruidores estão para serem destruídos.

A partir disto pode-se concluir com certeza que conforme se aproxima o tempo de Cristo assumir Sua autoridade real sobre esta terra, o ódio das nações da terra contra o povo de Deus vai se intensificar, e a oposição ao Evangelho vai aumentar.

Apocalipse 11,19: “E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva”.

A maioria dos estudantes concordará que 11:19 deve ser considerado como a introdução ao que está para ser revelado no cap. 12. Aqui novamente, como no começo das passagens dos sete selos (4:5) e das sete trombetas (8:5), relâmpagos, vozes, trovões e um terremoto.

O que João vê agora no céu – um templo de Deus e a arca da aliança – apresenta um problema de interpretação. Esta não poderia ser realmente a arca do concerto que esteve no meio de Israel durante sua viagem pelo deserto (como alguns insistem); pois ela já não existia mais no tempo de Cristo. A palavra aqui traduzida para templo (E.R.C.), naos, significa “santuário” (E.R.A.), a parte interior do templo. Quando a Cidade Santa descer do céu, diz-se explicitamente que não haverá templo nela (21:22).

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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