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Patrística

A TRINDADE IX E XIII – AGOSTINHO

É bem conhecida a lenda medieval: um dia, Agostinho andaria a passear pela praia de Hipona, excogitando no seu pensamento o mistério da Trindade. Segundo a lenda, Agostinho deambulava à beira-mar, encantado talvez pelo vai-e-vem das ondas, tentando solucionar o enigma apenas com a força da sua razão, quando observou uma criança que, por brincadeira, tinha feito uma pequena cova na areia e se afadigava em idas e vindas entre o mar e a cova, trazendo água num pequeno recipiente. Arrancado da sua meditação por tal exercício repetido, Agostinho ter-se-á aproximado e perguntado à criança: Olá, meu menino! O que andas a fazer? Ao que a criança respondeu muito simplesmente: Ando a transportar a água do mar para esta cova. A bonomia paciente e maravilhada do Bispo de Hipona terá então respondido, tocada com a inocência do petiz: Olha lá: então não vês que é impossível colocar toda a água do mar nessa cova? O mar, estás a vê-lo?, é imenso e a tua cova é tão pequenina! No mesmo instante, revelando ser um enviado de Deus, a criança transformou-se em Anjo (ou, noutras versões, no próprio Jesus-menino), e respondeu acto contínuo: Pois eu digo-te, Agostinho: é mais fácil para mim pôr toda a água do mar nesta cova, do que tu esgotares, só com os recursos da tua razão, as profundezas do mistério da Trindade! E desapareceu.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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