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Doutrina

COMO ORAR – Martinho Lutero

COMO SE DEVE ORAR, PARA O MESTRE PEDRO BARBEIRO
Martinho Lutero
“Wie man beten sol, fúr Meister Peter Balbirer”, 1535; WA 38, 358-375

INTRODUÇÃO
Martinho Lutero é conhecido como porta-voz do evangelho de Jesus Cristo, teólogo da justificação pela fé e “reformador” da igreja cristã. Mas possui ainda outra dimensão, raras vezes mencionada nos livros de história, mas não menos importante. Tudo o que falou e fez, brotou de uma espiritualidade muito profunda. Ele tinha consciência viva de ser criatura de Deus, o Todo-poderoso e Misericordioso. Recorreu, orando, constantemente ao Deus que lhe abrira “as portas do paraíso”. Estava convicto de que todos os cristãos precisam desse falar com Deus. Considerava impossível ser cristão sem oração e meditação permanentes. Muitas vezes admoestou e orientou os cristãos nesse sentido. No presente escrito Lutero ensina os cristãos a compreenderem toda a sua existência como vivida diante de Deus. O escrito simples e sincero é um testemunho
magnífico de uma grande confiança no amor de Deus para com o mundo dos pecadores.
Lutero dedicou-o a Pedro Beskendorf, um amigo de muitos anos, que foi chamado, segundo a profissão que exercia, de Pedro Barbeiro.
O escrito foi publicado no início do ano de 1535. Algum tempo depois, Pedro, provavelmente embriagado, matou seu genro. Foi um acidente, como tudo indica; mas não deixou de ser uma morte violenta. Apesar disso, Lutero, em edições posteriores, não tirou o nome do criminoso da dedicatória do escrito. Pois sempre afirmara que Deus aceita justamente os pecadores; justamente numa situação de pecado urge apelar à misericórdia de Deus.
Os contemporâneos de Lutero apreciaram muito este pequeno escrito sobre a oração.
Nos 11 anos entre 1535 e a morte de Lutero (1546), o escrito foi publicado em 11 edições, além da edição no dialeto do “baixo alemão” e em latim.
Joaquim Fischer

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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