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COMENTÁRIO EXEGÉTICO DO APOCALIPSE – Grant R. Osborne


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Last Updated 04/10/2018
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Prefácio da série

O objetivo principal do Baker Exegetical Commentary on the New Testament BECNT) é fornecer, fundamentados no pensamento evangélico instruído e confiável, comentários que combinem profundidade acadêmica com facilidade de leitura, detalhes exegéticos com sensibilidade diante do todo, atenção aos problemas críticos com consciência teológica. Portanto, esperamos atrair o interesse de um público bem amplo, desde o acadêmico que procura uma análise bem elaborada e independente até o leigo que está em busca de uma exposição sólida, porém acessível.
Um grande propósito, no entanto, é atender às necessidades de pastores e demais pessoas envolvidas com a pregação e a exposição das Escrituras como a Palavra de Deus inspirada de modo singular. Essa ponderação influencia diretamente os parâmetros da série. Por exemplo, os pregadores da Bíblia que trabalham com seriedade não podem se dar ao luxo de depender de tratamentos superficiais que fujam de questões difíceis, mas também não estão interessados em comentários do tamanho de uma enciclopédia que busquem abranger todos os problemas possíveis e imagináveis. Portanto, nosso alvo é nos concentrar nos problemas que influenciam diretamente o sentido do texto (embora certos detalhes técnicos sejam tratados nas notas adicionais).
De modo semelhante, procuramos evitar questões exegéticas como um fim em si mesmas, ou seja, em relativo isolamento do argumento na íntegra. Essa postura pode acarretar (segundo a opção de cada colaborador) o abandono de uma abordagem versículo por versículo em favor de uma exposição que se concentra no parágrafo como unidade de pensamento principal. Em todos os casos, porém, os comentários darão destaque à evolução do argumento e conectarão explicitamente cada passagem ao que vem antes e depois, de modo que sua função no contexto seja identificada com a maior clareza possível.
Acreditamos sobretudo que um comentário exegético respeitável deva levar muito a sério as mais recentes pesquisas acadêmicas, quaisquer que sejam suas origens. A tentativa de agir assim no contexto de uma tradição teológica conservadora apresenta certos desafios e, no passado, os resultados nem sempre foram louváveis. Em alguns casos, os evangélicos parecem fazer uso dos estudos críticos não para estabelecer uma interação genuína com eles, mas somente para desacreditá-los. Em outros casos, a interação desce ao nível da assimilação, os distintivos teológicos são suprimidos ou desprezados e o produto final não pode ser diferenciado obras que nascem de premissas fundamentalmente diferentes.
Os colaboradores desta série procuram evitar essas armadilhas. Por um lado, eles não consideram sacrossantas as opiniões tradicionais e estão empenhados em fazer justiça ao texto bíblico, quer haja apoio a tais opiniões, quer não. Por outro lado, se há evidências suficientes que favoreçam essas opiniões mais tradicionais, eles não se apressam para adotar teorias mais recentes pelo simples prazer de adotá-las. Acima de tudo, os colaboradores afirmam a unidade essencial das Escrituras e creem serem elas dignas de crédito. Eles também creem que as formulações históricas das doutrinas cristãs, tais como os credos ecumênicos e muitos documentos que tiveram origem na Reforma do século 16, surgiram a partir de uma leitura coerente das Escrituras, proporcionando assim uma plataforma adequada para interpretações posteriores. Não há dúvida de que um ponto de partida como esse às vezes resulta na imposição de um conceito estranho ao texto, mas não necessariamente precisa fazê-lo, ou que os autores que alegam trabalhar com o texto sem ideias preconcebidas estejam imunes ao mesmo risco.
Portanto, não achamos que os pressupostos teológicos — dos quais nenhum comentarista está isento — sejam obstáculos à interpretação da Bíblia. Ao contrário, um exegeta que espere entender o apóstolo Paulo num vácuo teológico também deve tentar interpretar Aristóteles sem levar em conta a textura filosófica de toda a sua obra ou sem recorrer àquelas categorias filosóficas subsequentes que possibilitam a contextualização significativa de seu pensamento. No entanto, é preciso ressaltar que os colaboradores desta série procedem de variadas tradições teológicas e nem todos propõem visões idênticas no que tange à implementação apropriada desses princípios gerais. No final das contas, o que realmente importa é se a série consegue representar o texto original de modo apurado, claro e que faça sentido para o leitor de hoje.
Para facilitar ao leitor a localização de partes que se destacam no tratamento de cada passagem, algumas seções foram sombreadas: os comentários introdutórios, a discussão da estrutura e uma barra indicando o resumo As variantes textuais no texto grego são sinalizadas na tradução do autor por meio de chaves em torno da palavra ou expressão em questão (e.g., indicando assim que o leitor deve ir às notas adicionais no final de cada unidade exegética, nas quais encontrará uma discussão do problema textual. As referências bibliográficas empregam o método de autor e data, consistindo em sobrenome do autor + ano + número(s) da(s) página(s): Fitzmyer 1981: 297. As exceções são as bem conhecidas siglas de obras de referência (e.g., BAGD, LSJ, TD NT).
No final de cada volume, podem-se encontrar todos os dados das publicações e os índices remissivos.
Moisés Silva

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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