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Familia de Jesus (parte 1)

A FAMÍLIA DE JESUS

A pessoa de Jesus é o Verbo de Deus, Jesus não é um homem comum, ele é Deus encarnado, a bíblia nos retrata a vinda de Cristo de diversas maneiras, ora como homem, ora como Deus, pois ele é ao mesmo tempo Deus e ao mesmo tempo homem, o mediador perfeito entre Deus e os homens.

Gálatas 4,4-5: “Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos”.

A obra de Cristo está determinada consensualmente entre as pessoas da Trindade antes da fundação do mundo, antes mesmo da escolha do povo eleito. Estas determinações divinas que acontecem na eternidade estão contidas nos Decretos Eternos de Deus.

Prestem atenção no tempo referido no Livro do Apocalipse quanto à existência do Livro da Vida do Cordeiro com todos os nomes do povo de Deus que serão salvos em Cristo.

Apocalípse 13,8: “E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”.

Na queda do homem, Deus já promete a redenção através do descendente.

Gênesis 1,15: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”.

Por todas estas coisas, vemos que o nascimento de Jesus não aconteceu por acaso, Deus não foi surpreendido pelas ações dos homens e decidiu então enviar seu Filho para realizar o plano de salvação, Deus é onisciente e imutável, o plano de salvação em Cristo foi decidido antes da fundação do mundo.

A família de Jesus: as referências à família terreal de Jesus são poucas, mas vamos avaliar e apresentar o que temos, estritamente baseados em dados bíblicos e históricos.

Lucas 1,35: “Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”.

Genealogias: As genealogias são consideradas importantes, pois o Messias deveria vir da linhagem de Davi, pos isto temos duas genealogias nos evangelhos: em Mateus a genealogia de Jesus por parte de José começando por Abraão, em Lucas a genealogia de Jesus por parte de Maria, iniciando em Adão. Tanto José como Maria são descendentes de Davi.

O nascimento de Jesus: temos vários relatos nos evangelhos sobre o nascimento de Jesus, pois era necessário que isto ficasse registrado em vista das profecias no Velho Testamento: Ele nasceu em Belém, foi concebido pelo poder de Deus através do Espírito Santo e nasceu de uma virgem recém desposada, descendente de Davi, bem como seu marido, José, também descendente de Davi.

Mateus 1,18: “Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo”.

O local do nascimento: o local do nascimento de Jesus foi Belém, uma pequena cidade distante cerca de três a quatro quilômetros de Jerusalém. José e Maria moravam em Nazaré, porém com a convocação do censo foram a Belém, pois eram ambos da casa de Judá.

Lucas 2,4-5: “José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida”.

O apóstolo João descreve o nascimento de Jesus avaliado conforme o ponto de vista da divindade de Jesus, a encarnação do Verbo, todo o seu evangelho é dedicado a mostrar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus encarnado.

João 1,14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”.

O nascimento de Jesus foi conhecido em Judá através do Reis Magos, vindos do oriente, e o rei Herodes, o Grande, sentiu-se ameaçado por causa das profecias a respeito do messias. Herodes Magno, ou Herodes o Grande, foi o governador da Palestina até o ano 4 a.C., foi ele quem reconstruiu o templo de Jerusalém.

Mateus 2,1-2: “Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?”

Vemos por este relato que Jesus nasceu pelo menos quatro anos antes da era cristã, ninguém sabe precisar qual o ano ou mês em que nasceu Jesus, o natal como comemoramos hoje é uma data derivada de um feriado pagão que se chamava Saturnália e que comemorava o declínio do inverno no hemisfério norte.

Como temos afirmado constantemente, não existem acasos no universo, todas as coisas são minuciosamente determinadas por Deus na eternidade para acontecerem no momento previsto do tempo, a visita dos reis magos teve a finalidade de prover a José recursos para empreender a fuga para o Egito.

Mateus 2,11: “Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra”.

Então, José, advertido pelo anjo de Deus fugiu para o Egito levando o menino. Como Herodes não conseguiu achar o menino, resolveu matar todas as crianças nascidas em Belém até dois anos de idade.

Mateus 2, 13: “Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar”.

Tempos depois que morreu o rei Herodes, no ano 4 A.C., o anjo do Senhor voltou a José, no Egito, e chamou-o de volta. José, temeroso, foi morar em Nazaré, na Galiléia.

Mateus 2, 19-20: “Tendo Herodes morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino”.

O menino Jesus em Jerusalém: o próximo relato bíblico em que a família de Jesus é referida acontece na festa da Páscoa em Jerusalém. Anualmente José e a família iam para a festa em Jerusalém. Nesta ocasião, quando Jesus tinha doze anos, ele permanece em Jerusalém quando sua família regressa para Nazaré. Quando José e Maria retornam, encontram-no junto aos doutores da lei, ensinando-os no templo.

Lucas 2,42-43: “Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem”.

Lucas 2,46: “Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”.

Como podemos aferir pelo texto bíblico, José ainda era vivo nesta época.

Lucas 2,48: “Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados; e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura”.

Pouco se sabe sobre a família terreal de Jesus, talvez por que ele quisesse que fôssemos identificados com a sua paternidade celestial; todos os cristãos são irmãos em Cristo.

Mateus 10,37: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim”.

Lucas 11,27-28: “Ora, aconteceu que, ao dizer Jesus estas palavras, uma mulher, que estava entre a multidão, exclamou e disse-lhe: Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!”

Não existem referências bíblicas a respeito de Jesus e sua família entre este período dos doze anos e o início de seu ministério quando ele tinha aproximadamente trinta anos. A última informação que temos sobre a infância de Jesus está no evangelho de Lucas, Jesus tinha então doze anos.

Lucas 2,51-52: “E desceu com eles para Nazaré; e era-lhes submisso. Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas no coração. E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens”.

O início do ministério: Jesus aguardou até que completasse trinta anos para iniciar seu ministério, esta era a idade exigida dos sacerdotes levitas para iniciar seu ministério. Conforme as profecias bíblicas, o início do ministério de Jesus é precedido pela vinda de João Batista (+ ou – 25/26 D.C.).

Podemos ver a profecia no VT através do profeta Isaías e a realização da profecia em Lucas.

Isaías 40,3: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR; endireitai no ermo vereda a nosso Deus”.

Lucas é o evangelista que mais se aproxima das características de um historiador, observem neste verso abaixo a riqueza de detalhes históricos, que permite precisar o tempo da vinda de João Batista.

Lucas 3,1-2: “No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe, tetrarca da região da Ituréia e Traconites, e Lisânias, tetrarca de Abilene, sendo sumos sacerdotes Anás e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto”.

O primeiro milagre: logo no início de seu ministério Jesus se manifestou aos judeus durante um casamento em Caná, na Galiléia, em presença de sua mãe e dos irmãos e alguns dos apóstolos. Durante estas bodas Jesus fez, de acordo com o evangelho de João, seu primeiro milagre transformando água em vinho a pedido de sua mãe. Com isto ele inicia seu ministério que iria durar cerca de três anos.

João 2,6-10: “Estavam ali seis talhas de pedra, que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas. Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente (~ 150 l). Então, lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram. Tendo o mestre-sala provado a água transformada em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os serventes que haviam tirado a água), chamou o noivo e lhe disse: Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora”.

Nesta ocasião podemos reparar na ausência de José, em todas as referências após esta, também não encontramos a presença de José, podendo presumir que ele morreu entre o período em que Jesus tinha 12 anos e 30 anos.

Os irmãos de Jesus: o que se pode deduzir pelas informações bíblicas a respeito deste período é que Jesus era carpinteiro como seu pai e tinha quatro irmãos e pelo menos duas irmãs que moravam em Nazaré. Os habitantes de Nazaré, que conheciam Jesus e sua família não creram nele e escandalizavam-se em suas afirmações.

Marcos 6,3: “Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele”.

Seus irmãos, na verdade não acreditavam que Jesus era o Messias prometido e tratavam-no com ceticismo e até certa ironia.

João 7,5: “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele”.

Quando Jesus continua seu ministério, seus parentes procuravam-no para prendê-lo, pois achavam que ele estava louco.

Marcos 3,21: “E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si”.

A crucificação: durante a crucificação a mãe de Jesus e as mulheres que o acompanhavam observavam de longe. O único discípulo que permaneceu junto à cruz foi o apóstolo João, os outros discípulos estavam escondidos com medo dos judeus.

João 19,25-26: “E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. Vendo Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis aí teu filho. Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa”.

As mulheres que acompanhavam Jesus: Joana, mulher de Cuza, mordomo de Herodes, Maria mulher de Clopas (ou Alfeu), mãe de Tiago, o menor, Maria Madalena da qual expulsara sete demônios.

Os irmãos de Jesus somente se converteram após a ressurreição, quando foi visto primeiro pelo seu irmão Tiago, da mesma forma os apóstolos só vieram a entender o ministério messiânico de Jesus depois da ressurreição.

1 Coríntios 15,7: “Depois, foi visto por Tiago (irmão do Senhor), mais tarde, por todos os apóstolos”.

Gálatas 1,19: “E não vi outro dos apóstolos, senão Tiago, o irmão do Senhor (presbítero de Jerusalém)”.

Nesta outra passagem, o apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios também faz clara referência aos irmãos de Jesus.

1 Coríntios 9,5: “E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?”

Neste outro verso, Judas, não se identifica como irmão do Senhor, título já pertencente a Tiago, mas identifica-se como irmão de Tiago, por sua vez irmão de Jesus. Este Judas, escritor da epístola é reconhecido pela maioria dos comentaristas bíblicos como irmão de Jesus.

Judas 1,1: “Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo”.

Nestes outros versos, Paulo refere-se novamente a Tiago, presbítero de Jerusalém, irmão de Jesus.

Gálatas 2,12: “Com efeito, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, comia com os gentios; quando, porém, chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apartar -se, temendo os da circuncisão”.

Quanto aos irmãos de Jesus existe alguma controvérsia com relação a Tiago, que é confundido por alguns teólogos com o apóstolo Tiago, o menor, filho de Clopas (ou Alfeu).

Pela narrativa bíblica não existe possibilidade de Tiago, o irmão de Jesus ter sido apóstolo.

TIAGO – Os apóstolos e o irmão:

1 – Tiago, o maior, Apóstolo: filho de Zebedeu, irmão mais velho do apóstolo João. Era pescador, tornou-se apóstolo juntamente com o irmão, foi morto no ano de 44 DC por ordem de Herodes Agripa I. Todos os apóstolos morreram martirizados.

Atos 12,2: “Fazendo passar a fio de espada a Tiago, irmão de João”.

2 – Tiago, o menor, Apóstolo: filho de Clopas (ou Alfeu ou Cleopas) irmão de Simão o Zelote ou de Mateus.

Mateus 27,56: “Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé (filhos de Alfeu); e a mulher de Zebedeu
(mãe de Tiago, o maior e João)”.

Marcos 15,40: “Estavam também ali algumas mulheres, observando de longe; entre elas, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé (filhos de Alfeu)”.

3 – Tiago Irmão de Jesus: como já vimos, os irmãos de Jesus não acreditavam nele e até procuravam-no para prendê-lo, foram convertidos somente após a ressurreição quando Jesus apareceu a Tiago, depois disto tornou-se o presbítero de Jerusalém e pregou aos Judeus.

1Coríntios 15,7: “Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos”.

Gálatas 1,9: “E não vi outro dos apóstolos, senão Tiago, o irmão do Senhor”.

Conforme relatado pelo historiador judeu Flavio Josefo, Tiago (irmão de Jesus) foi atirado do pináculo do templo e espancado até a morte pelos judeus, por volta do ano 63 da nossa era.

Este Tiago, irmão de Jesus, foi provavelmente o que escreveu a epístola, pois sua morte estava associada aos escritos da carta. Os sacerdotes levaram Tiago ao pináculo do templo e perguntaram a ele por que porta Jesus entraria na sua volta, Tiago respondeu que ele viria pelo céu, os sacerdotes furiosos atiraram-no ao solo e o espancaram até a morte.

ATUALIDADES ARQUEOLÓGICAS

Conforme artigo publicado pelo ‘Centro Apologético Cristão de Pesquisas’ foi recentemente encontrada a urna mortuária de Tiago, o irmão de Jesus, onde havia os dizeres: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”, veja abaixo:

A divulgação da descoberta foi feita pela “Sociedade de Arqueologia Bíblica”, com sede nos Estados Unidos. De acordo com os peritos, o ossuário encontrado possui mais ou menos 50cm de comprimento e 28cm de largura e data do ano 63 da Era Cristã. A tradução da inscrição da urna em aramaico: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” é de responsabilidade do especialista em escritas antigas André Lemaire, professor da Universidade

de Sorbonne/Paris.

Geólogos do governo israelense, declaradamente anti-cristãos, estudaram minuciosamente a caixa, inspecionando sua superfície e inscrição microscopicamente.

Concluíram, então, que o objeto tem mais de 19 séculos e não apresenta nenhuma evidência de pigmentos modernos, marcas de instrumentos de corte atuais ou outros sinais de falsificação.

Oração: Pai eterno, Deus criador dos céus e da terra, permita, Pai, em sua misericórdia, que prossigamos sempre firmes em nossa caminhada em direção ao conhecimento do Senhor e daquele a quem Ele enviou, tem misericórdia de nós, ajuda-nos e perdoa-nos os nossos pecados em o nome de Jesus, amém.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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