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Literatura clássica

HISTÓRIAS PARA APRENDER A SONHAR – O. WILDE

Com exceção de O retrato de Dorian Gray, pouco se conhece no Brasil da obra de Oscar Wilde (1856-1900). O Que o distingue da maioria de seus contemporâneos são a intensidade de suas fantasias e o talento extraordinário que tinha para transformá-las em arte. Nessas narrativas selecionadas e traduzidas pelo historiador Nicolau Sevcenko (autor também das notas), Wilde está presente como o grande escritor que era. Amor, amizade, paixão ou sacrifício constituem a base de “O gigante egoísta”, “O príncipe feliz” e “A cotovia e a rosa”, três das histórias infanto-juvenis reunidas no volume, cujo clima de encantamento não se desfaz em nenhum momento. Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ 1996, categoria tradução/jovem.

Oscar Wilde

Escritor e dramaturgo, Oscar Wilde nasceu em 16 de outubro de 1854 em Dublin, na Irlanda. Estudou no Trinity College na sua cidade natal, onde se sobressaiu e ganhou uma bolsa de estudos para Magdalen College em Oxford. Ainda em Oxford, na Inglaterra, ganhou o prêmio Newdigate com o poema Ravenna. Na mesma época, mudou-se para Londres, onde começou a ter uma vida social bem agitada. Fundou o movimento estético, no qual defendia, a partir de fundamentos históricos, o belo como antídoto aos horrores da sociedade industrial. Graças a esse movimento foi convidado a dar uma série de palestras pelos Estado Unidos. No ano de 1883, o escritor e dramaturgo mudou-se para Paris, largando o movimento estético e aliando-se ao mundo literário local. De volta à Inglaterra, casa-se com Constance Lloyd e vai morar em Chelsea, conhecido reduto de artistas da capital da Inglaterra. Nos anos seguintes, tem seus dois filhos e começa sua fase mais completa como dramaturgo, poeta e literato, lançando clássicos da dramaturgia: O Leque de Lady Windermere e Uma Mulher sem Importância. Como contista, publicou O Príncipe Feliz, O Rouxinol e a Rosa e O Crime de Lord Artur Saville. Seu único e conhecido romance é publicado na mesma época, O Retrato de Dorian Gray. Com a fama, veio a vida excêntrica e mundana de Wilde – em 1895, foi condenado a dois ano de prisão por cometer atos imorais com rapazes. Na prisão, sua saúde começou a ficar debilitada. Para passar o tempo, começou a escrever ainda mais. Entre seus escritos estão: De Profundis, A Alma do Homem sob o Socialismo e a célebre Balada do Cárcere de Reading. Após ser solto, poucos amigos haviam restado a Wilde, que passou a morar em Paris com um estilo de vida mais simples. Faleceu em 1900 de um ataque de meningite violento, agravado pelo álcool e sífilis.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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