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IMPÉRIO ROMANO

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IMPÉRIO ROMANO

(ESBOÇO)

Entretanto, Weishaupt também obteve outro auxílio, de uma fonte erudita totalmente insuspeita: The History of the Decline and Fall of the Roman Empire [História do Declínio e da Queda do Império Romano] de Edward Gibbon, em seis volumes, publicado entre 1776-1788. A obra de Gibbon é erudita e monumental, já que cobre minuciosamente um período da história que abrange aproximadamente 1.200 anos. Seu objetivo ao produzir esse estudo era catalogar precisamente as razões da ascensão do Império Romano e os fatores que levaram ao declínio e à queda. Gibbon foi mundialmente reconhecido por ter alcançado de forma brilhante o objetivo a que se propôs. De fato, jamais foi realizado algum estudo histórico melhor, antes ou depois dele.

No entanto, Gibbon não criou apenas um documento que detalha como e por que o Império Romano ascendeu e caiu; ele criou um documento que detalha precisamente como um bem-sucedido e poderoso Império poderia ser subvertido e destruído. E esse documento foi publicado na época exata [1776-1788] em que Weishaupt estava começando a formular seu plano para derrubar o sistema ocidental existente de governo e de religião.

Gibbon relaciona as cinco razões básicas por que o gigantesco Império Romano foi destruído:

  • O aumento dramático do número de divórcios minou a instituição familiar.
  • A imposição de tributação elevada minou a estabilidade econômica e a vitalidade do Império. Por que os impostos foram elevados a níveis tão devastadores? Para pagar os gastos deficitários do governo, o fornecimento de comida para todos na sociedade e as atividades de entretenimento patrocinadas pelo governo, como o circo e os esportes. É interessante que, à medida que se aproximava o momento do colapso final, mais ênfase era dada aos esportes, para desviar a atenção do público das notícias desesperadoras sobre os gigantescos problemas do Império.
  • A busca por prazer pessoal tornou-se muito intensa, chegando até mesmo ao ponto da obsessão. Gibbon notou que, bem no final, os esportes tornaram-se mais emocionantes e brutais.
  • As pessoas perderam a fé, tanto na religião quanto no governo. O paganismo cedeu lugar ao cristianismo e o eficiente governo romano cedeu lugar ao caos e à desintegração.
  • Conspiradores secretos estavam atuando dentro do governo para sigilosamente destruí-lo. Eles agiram silenciosamente, de forma invisível e enganosa; durante todo o tempo em que estiveram secretamente desmantelando o governo do Império Romano, proclamavam publicamente seu leal apoio a ele.

Vamos agora retornar aos Jogos Olímpicos modernos e ao seu papel na promoção da Nova Ordem Mundial.

Conforme afirmamos diversas vezes, a última vez que Satanás tentou levar o mundo a um governo e religião globais foi na Torre de Babel. Essa torre estava sendo construída por Ninrode como um altar/templo religioso, para ser usado nos satânicos Mistérios Babilônios. Deus estorvou esse plano, confundindo as línguas, para que os construtores não pudessem se comunicar uns com os outros para completarem o projeto. Rapidamente, aqueles que conseguiam se comunicar mutuamente começaram a se reunir em grupos, e migraram para outros lugares, distantes dos grupos que falavam idiomas diferentes. Em pouco tempo, essa reorganização física resultou na disseminação dos povos ao redor do mundo. Em um período de tempo relativamente curto, o isolamento físico entre os povos, somado à diferença de idiomas, resultou no estabelecimento de valores diferentes e formas diferenciadas de encarar as coisas. A isto chamamos de cultura.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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