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Somos um site cristão, em conformidade com os padrões reformados, não concordamos obrigatoriamente com as opiniões emitidas nos livros postados, todavia, sabemos que um cristianismo saudável somente pode ser exercido através do conhecimento. Desta forma, sigamos o conselho do apóstolo: “Julgai todas as coisas, retende o que é bom”. Louvado seja Deus!

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Comentários Bíblicos

Introdução e Comentário (Antigo Testamento) vol. 4 – Números

O livro de Números é muito menos conhecido do que alguns famosos hinos que a sua história inspirou. O seu próprio título afasta o leitor moderno. Nos tempos antigos os números eram considerados como misteriosos e simbólicos, como chave para a realidade e a mente do próprio Deus. Hoje em dia eles são associados com computadores, e com a despersonalização que ameaça a nossa sociedade. Além do mais, a influência penetrante do movimento romântico com a sua ênfase em espontaneidade e liberdade individual fez com que se tomasse ainda mais difícil para nós apreciarmos a insistência de Números em organização, ritual e hierarquia. Há uma grande brecha cronológica e cultural entre este livro e a nossa era, brecha esta que o comentarista tentará cobrir.A construção de pontes — para ligar extremos separados por brechas como esta — exige que, antes de tudo, o comentarista exponha o significa do histórico claro do texto, o que ele significava para o autor original e seus leitores. Portanto, a exegese é a maior preocupação desta tarefa, como de fato o é da maioria dos comentários bíblicos. As discussões críticas das fontes, sua data, e dos processos editoriais pelos quais elas foram combina das para formar o livro, tendem à subjetividade, e de qualquer forma são de importância secundária para se restaurar o significado original do texto. Por estas razões, restringi a discussão desses itens a introdução e as notas adicionais. De maior importância para o leitor cristão é a orientação a respeito do significado permanente do texto. Falando a respeito das narrativas de Números, o apóstolo Paulo notou que “foram escritas para advertência nossa” (I Co 10:1). E também, limitações de espaço impedem um tratamento completo deste tema, porém na introdução e no fim de cada seção do comentário eu indiquei com bastante brevidade como o Novo Testamento usa o material de Números. Espero que estes subsídios sejam de valor para os que desincumbem-se da tarefa de aplicar o ensinamento da Escritura à igreja moderna.Grande parte deste comentário foi escrito durante uma licença sabática de um ano, que gozei na Universidade Hebraica de Jerusalém e no Centro de Estudos Hebraicos Pós-graduados de Oxford. Sou muito grato a essas instituições pela sua ajuda. Gostaria também de agradecer à Universidade Quen’s de Belfast, por me ter concedido essa licença, e particularmente aos meus colegas do departamento de Estudos Semíticos, e da Faculdade de Teologia, que me substituíram no magistério e em outros deveres 9 universitários enquanto eu estava ausente. Grande parte da minha dívida de gratidão é mencionada nas notas de rodapé. Os catedráticos Jacob Milgrom e Calum Carmichael, todavia, merecem especial menção. A sua boa vontade e condescendência em compartilhar sua maneira de interpretar o texto bíblico enriqueceram em muitos pontos a minha compreensão de Números. Finalmente, preciso também agradecer ao professor D.J. Wise man por me ter convidado a escrever este comentário, e pelo seu encorajamento pessoal no decorrer de toda a minha carreira acadêmica, à Senhorita Lesley Townsend e à Senhorita Gretta Totten pelos trabalhos de datilografia, e a pavid Payne, Desmond Alexander e à minha esposa pela ajuda na revisão de provas.Originalmente eu havia dedicado este comentário aos meus pais. A dedicatória atual reflete a triste circunstância de minha mãe ter falecido devido a um acidente automobilístico depois que o manuscrito estava completado. A sua família e seus amigos sentem muita saudade dela. Os seus filhos, particularmente, têm para com ela um débito incalculável. Agradece mosa Deus por tudo o que ela ensinou e fez por nós, e regozijamo-nos pelo fato de ela agora estar fazendo parte da igreja triunfante, gozando para sempre da presença do Senhor e Salvador dela.

Gordon Wenham

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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