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Literatura clássica

Memórias de Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle

SINOPSE

“As aventuras de Sherlock Holmes , obra publicada em 1892, é uma série de doze contos nos quais o genial detetive, acompanhado de seu fiel amigo dr. Watson, deslinda os mais intrincados e, por vezes, assustadores, mistérios.

De inteligência fria e precisa, porém admiravelmente equilibrada, Sherlock Holmes é, certamente, a máquina de observar e raciocinar mais perfeita que o mundo já conheceu. Pode-se afirmar qualquer coisa sobre seus casos, menos que são triviais.

Nunca houve um leitor sagaz o suficiente para desvendar um caso de Sherlock Holmes. Que tal encarar esse desafio? Em Um escândalo na Boêmia , Um caso de identidade, A Liga dos Cabeças-Vermelhas , O mistério do vale Boscombe , As cinco sementes de laranja , O homem de lábio torcido , O carbúnculo azul , A faixa malhada , O polegar do engenheiro , O solteirão nobre , A coroa de berilos e As Faias Cor de Cobre , você tem doze chances. Então abra este livro e desafie sua mente.”

Memórias de Sherlock Holmes reúne onze histórias do mais famoso detetive da literatura, publicadas originalmente na revista Strand, entre dezembro de 1892 e dezembro de 1893. Entre estes contos, narrados pelo Dr. Watson – velho amigo e o mias fiel observador do gênio dedutivo de Holmes –, estão algumas daquelas que são consideradas por fãs e especialistas as melhores histórias do detetive. É o caso de “Silver Blaze”, em que Holmes e Watson investigam, às vésperas de um grande torneio do turfe inglês, o sumiço do cavalo favorito da prova, e “O ritual Musgrave”, em que os dois são chamados para desvendar o paradeiro e o estranho comportamento do mordomo e da governanta de uma tradicional família.

Este livro oferece, igualmente, um panorama da carreira do detetive. É apresentado ao leitor um de seus primeiros casos, “O Gloria Scott“, desvendado quando Sherlock era ainda um estudante, antes de se decidir a seguir a profissão de investigador; em “O intérprete grego” ficamos conhecendo Mycroft, o irmão de Sherlock, dono de uma mente dedutiva privilegiadíssima, à altura do irmão mais novo, e em “O problema final” temos Holmes no ápice da sua carreira, arriscando tudo e lutando ferozmente contra um inimigo à sua altura: o professor Moriarty, o Napoleão do crime organizado, que se empenha em pôr fim à carreira do mais famoso detetive de todos os tempos.

Contos:

“Silver Blaze”
“A face amarela”
“O escriturário da corretagem”
“O Gloria Scott
“O ritual Musgrave”
“O enigma de Reigate”
“O corcunda”
“O paciente residente”
“O intérprete grego”
“O tratado naval”
“O problema final”

ARTHUR CONAN DOYLE

O grande escritor Arthur Conan Doyle nasceu em Edimburgo, na Escócia, em 22 de maio de 1859. Formou-se em medicina pela Universidade de Edimburgo em 1885, quando montou um consultório e começou a escrever histórias de detetive. Um estudo em vermelho, publicado em 1887 pela revista Beeton’s Christmas Annual, introduziu ao público aqueles que se tornariam os mais conhecidos personagens de histórias de detetive da lite­ratura universal: Sherlock Holmes e doutor Watson. Com eles, Conan Doyle imortalizou o método de dedução utilizado nas investigações e o ambiente da Inglaterra vitoriana. Seguiram-se outros três romances com os personagens, além de inúmeras histórias, publicadas nas revistas Strand, Collier’s e Liberty e posterior­mente reunidas em cinco livros. Outros trabalhos de Conan Doyle foram freqüentemente obscurecidos por sua criação mais famosa, e, em dezembro de 1893, ele matou Holmes (junto com o vilão professor Moriarty), tendo a Áustria como cenário no conto O problema final (Memórias de Sherlock Holmes). Holmes ressuscitou no romance O cão dos Baskerville, publicado entre 1902 e 1903, e no conto A casa vazia (A ciclista solitária), de 1903, quando Conan Doyle sucumbiu à pressão do público e revelou que o detetive conseguira burlar a morte. Conan Doyle foi nomeado cavaleiro em 1902 pelo apoio à política britânica na guerra da África do Sul, recebendo o título de Sir. Morreu em 1930 na Inglaterra.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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