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Literatura clássica

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS – Manuel Antônio de Almeida

SINOPSE

Publicado em 1854, Memórias de um sargento de milícias” ocupa um lugar muito especial entre os romances brasileiros do século xix. Escrito numa época em que a ficção de folhetins era sinônimo de idealização romântica, Manuel Antônio de Almeida rompeu o ciclo de heróis e heroínas e suas aventuras amorosas para narrar o cotidiano das classes populares, suas desventuras e seu anti-herói por excelência: o malandro.
Leonardo, seu protagonista, nada tem em comum com os heróis românticos da época. Desde muito cedo deu as costas para a vida acadêmica e religiosa para desfrutar do ócio. Não sofre remorsos nem dores de amor, e quando é feito sargento se identifica mais com a malandragem do que com as forças da ordem.
Com sua narrativa centrada nos homens livres, mas despossuídos, do Brasil dos tempos de d. João vi, este romance pioneiro oferece um panorama cômico e precioso do modo de vida e da moralidade incrivelmente adaptável de um país ainda em construção.

Manuel Antônio de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, em 1831, e morreu aos 30 anos, em 1861, no naufrágio do vapor Hermes, no litoral de Campos, Rio de Janeiro. De origem muito humilde, formou-se em medicina, mas nunca seguiu a profissão. Exerceu cargos públicos como administrador da Tipografia Nacional e diretor da Academia Imperial de Música e Ópera Nacional. Memórias de um sargento de milícias foi publicado primeiramente em folhetim no Correio Mercantil, nos anos de 1852 e 1854, e depois em livro sob o pseudônimo de Um Brasileiro. Este livro é uma obra-prima de humor e ironia. Segundo o crítico Nelson Werneck Sodré, Manuel Antônio de Almeida retratou ‘a vida de rua, os tipos de rua, as figuras comuns e populares (…) Soube fazer tudo isso conservando-se fiel ao quadro dos costumes. Procurou mostrar o povo como o povo era e continuava a ser’. Escreveu também duas peças de teatro: O rei dos mendigos e Três amores.Em Memórias de um sargento de milícias, recupera o ‘jeitinho brasileiro’ ao construir, sob forte caricatura, Leonardo, um típico malandro da classe média mais conhecido da ‘Época do Rei’. Ironizou algumas regras e vícios da sociedade romântica burguesa do século XIX.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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