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Literatura clássica

O ELIXIR DA LONGA VIDA – Balzac

O elixir da longa vida
Honoré de Balza

Nos começos da vida literária do autor, um seu amigo, morto há muito tempo, deu-lhe o assunto para este estudo, que mais tarde encontrou numa coleção publicada nos princípios deste século. Segundo as suas conjecturas, trata-se de uma fantasia devida a um tal Hoffman, de Berlim, publicada nalgum almanaque alemão e esquecida pelos editores das suas obras.A «Comédia Humana», é suficientemente rica de imaginação para que o autor possa confessar um inocente plágio. Não se trata, portanto, de uma dessas brincadeiras à moda de 1850, em que todos os escritores inventavam atrocidades para regalo das meninas da época.Assim, quando tiverdes chegado ao engenhoso parricídio de D. Juan, tentai advinhar a conduta que teriam, em circunstâncias mais ou menos semelhantes, as pessoas honestas que, no Século XIX, recebem uma pensão vitalícia sob o pretexto de um catarro ou as que alugam casa a uma velha para o resto dos seus dias. Ressuscitariam essas pessoas os seus providenciais credores?Por outra, desejaríamos que juizes conscienciosos determinassem o grau de semelhança que pode existir entre D. Juan e os pais que casam os seus filhos na mira de ambicionadas heranças.A sociedade humana que, no entender dos filósofos, caminha na via do Progresso, considera como um passo para o bem individual a arte de esperar pela morte de alguém abastado. Esta expectativa deu lugar a profissões tidas por honestas, mercê das quais se vive à custa de futuros defuntos. Há mesmo aqueles que têm como condição social aguardar o falecimento de parentes ricos. Parecem agachar-se todas as manhãs para chocarem os seus futuros «Estas coisas podem sempre dizer-se», pensoudiscretamente. «Parece que estou a prometer o mundo à minha amante». Mal tinha completado este pensamento o cão ladrou. Aquele ladrido cheio de perspicácia fez estremecer D. Juan. Afigurou-se-lhe ter sido compreendido pelo animal.- Sabia muito bem, meu filho, que podia contar contigo – continuou Bartolomeu. Viverei pois, e ficarás satisfeito. Viverei, mas sem roubar um só dos dias que te pertencem.«Já delira!», comentou para si o filho.Depois acrescentou, em voz alta:- Sim, querido pai, viverá pelo menos tanto como eu, porque a sua imagem nunca se apagará no meu coração.- Não se trata dessa espécie de vida – replicou o velho, reunindo as poucas forças para se erguer um pouco pois sentia-se abalado por uma dessas suspeitasque só despertam sob o travesseiro dos agonizantes.- Escuta, Juanin – prosseguiu, enfraquecido por aquele último esforço: desejo tanto morrer como tu privares-te de amantes, de vinho, de cavalos, de cães, enfim de dinheiro…«Assim o creio», conjecturou ainda D. Juan, ajoelhando à cabeceira do leito e beijando uma das mãos daquele quase cadáver:- Pai, querido pai – disse, temos de nos submeter à vontade de Deus.- Deus, sou eu! – resmungou o velho.- Não blasfeme! – suplicou o jovem, deparando no pai com uma expressão de ameaça. Tenha cuidado, porque recebeu já a extrema-unção, e eu nunca me resignaria vendo-o morrer em pecado!- Queres ou não escutar-me?! – vociferou o agonizante, rangendo os maxilares.D. Juan calou-se. Caiu no quarto um silêncio sinistro. Por entre os silvos surdos do granizo, lá fora os acordes do violino e o canto melodioso ouviam-se novamente, ténues como a luz dum dia que desponta. O ancião sorriu:- Agradeço-te teres convidado cantoras e músicos. Há festa, mulheres jovens e belas, brancas e de cabelos negros, os melhores prazeres da vida… Dize-lhes que fiquem, porque eu vou renascer.«É já o auge do delírio!», pensou o filho, quando Bartolomeu lhe disse de súbito:- Descobri o meio de ressuscitar. Olha: Procura na gaveta da mesa; poderás abri-la carregando no botão que esta oculto pelo entalhe que figura um grifo.- Pronto, meu pai.- Bem. Tira de lá o frasquinho de Cristal.- Está aqui…- Gastei vinte anos… – ia o moribundo a contar,mas sentiu que o seu fim chegava e esforçou-se por acrescentar:- Logo que eu tenha soltado o último suspiro, fricciona-me todo o corpo com esse líquido, e eu ressuscitarei…- Há muito pouco – notou D. Juan.Entretanto, Bartolomeu, se já não podia falar, tinha ainda a faculdade de ouvir e ver. As palavras do filho fizeram-lhe voltar a cabeça num movimento brusco. Ficou com o pescoço torcido como o duma estátua de mármore condenada pelo escultor a olhar eternamente de lado. As suas pupilas dilatadas tinham tomado uma imobilidade odiosa. Estava morto.Expirara ao perder a sua última e única ilusão. Ao procurar a sua derradeira salvação no coração do filho, encontrara neste um túmulo mais profundo do que o preparado pelos homens para jazida dos seus mortos. Os cabelos eriçaram-se-lhe de pavor, só o seu olhar pareceu exprimir ainda alguma coisa. Era jácomo um pai que se erguia do sepulcro para suplicar vingança a Deus.- Pronto! O homenzinho acabou… – cuidou D. Juan. Na ânsia de observar o misterioso frasco à luz do candeeiro à semelhança de um apreciador que examina a sua garrafa no fim do repasto, olhava perplexamente para o pai e o frasco. A seu lado, o cão-de-água observava da mesma maneira, ora o frasco ora o dono morto.O candeeiro projectava clarões movediços. O silêncio tornara-se mais solene. O violino e a voz da cantora tinham emudecido. O jovem estremeceu, parecendo-lhe que o defunto se mexera. Intimidado pela fixidez acusadora dos seus olhos, foi cerrar-lhos como teria fechado uma persiana batida pela rajada em noite invernosa.Conservou-se de pé, imóvel, perdido num caos de pensamentos. De súbito um ruído seco, lembrando o duma mola emperrada, cortou a mudez.Surpreendido D. Juan quase deixou cair o frasco. Inundou-o um suor mais frio do que aço de punhal. O galo de madeira pintada do relógio familiar surgiu e cantou três vezes. Era daqueles maquinismos engenhosos, de que se serviam os sábios da época para despertarem à hora fixada para as suas lucubrações. A aurora avermelhava já as janelas. D. Juan tinha passado dez horas a reflectir. O velho relógio era mais fiel do que ele ao cumprimento dos seus deveres para com Bartolomeu. Aquele mecanismo compunha-se de corda, alavanca e rodas dentadas, enquanto ele tinha o músculo peculiar aos homens, que se chama coração. Para não se arriscar a perder o precioso líquido, D. Juan voltou a guardá-lo, cepticamente, na gaveta da mesinha gótica. Nesse instante ouviu nas galerias do palácio um tumulto confuso. Eram vozes indistintas, risos abafados, todo o rumor dum grupo alegre procurando conter-se. Finalmente, a porta abriu-se e o Príncipe, com os restantes convidados aparecerem com a desordem estonteada dos dançarinos surpreendidos pela claridade da manhã, quando o sol luta ainda com a pálida chama das velas. Vinham para dar ao jovem herdeiro as condolências da etiqueta.- Terá o nosso D. Juan tomado a peito esta morte? – perguntou o Príncipe ao ouvido da Brambilla.- Talvez – respondeu ela, porque o pai era um homem extremamente bondoso.As meditações nocturnas de D. Juan tinham-lhe gravado no rosto uma tal expressão que o grupo se sentiu perplexo. Os homens permaneceram hirtos. As mulheres, com os lábios ressequidos pelo álcool, as faces maceradas pelos beijos, ajoelharam e rezaram. O órfão não pôde deixar de estremecer à vista das alegrias contidas, dos risos desfeitos, dos cantos sumidos, da juventude apagada, da beleza desvanecida, de tudo aquilo que personificava o melhor da vida perante a Morte. Porém naquela amável Itália do tempo, o Pecado e a Religião, conjugavam-se de tal maneira que se confundiam.O Príncipe apertou afectuosamente a mão a D. Juan e todos os rostos esboçaram simultaneamente uma idêntica expressão, meio triste, meio indiferente.Depois toda esta fantasmagoria protocolar desapareceu, deixando mais vazio o aposento mortuário. Era bem a imagem da Vida.Ao descer a escadaria, o Príncipe confiou a Rivabarela:- Quem teria julgado assim o nosso D. Juan, um fanfarrão da impiedade?… Afinal, adorava o pai!- Reparou no cão?… – indagou Brambilla.- Aí temos o nosso amigo fabulosamente rico – sugeriu, suspirando, a Bianco Cavatolino.- Que importa…? – desdenhou a orgulhosa Veronese, que destruíra, com mão nervosa a dourada caixinha de amêndoas.- Não te importo…? – clamou o Duque. Pois com os seus escudos será tanto um príncipe como eu!A princípio D. Juan, cedendo a mil pensamentos, hesitou entre vários partidos a tomar. Depois de ter avaliado os tesouros acumulados por seu pai, voltou,de noite, para o quarto fúnebre, a alma esmagada sob feroz egoísmo. Encontrou todos os serviçais ocupados em ordenar os paramentos do catafalco em que o falecido senhor seria exposto no dia seguinte, ao centro duma sumptuosa câmara ardente – espectáculo de grande curiosidade, que toda a Ferrara viria admirar.A um sinal de D. Juan, os criados detiveram-se interditos e trémulos.- Deixem-me só – ordenou com a voz alterada. Continuarão depois de eu sair.Quando os passos do velho Mordomo, que foi o último a retirar-se, deixaram de se ouvir sobre as lajes, D. Juan fechou precipitadamente a porta e disse consigo:- Experimentemos…O corpo de Bartolomeu fora deitado sobre uma longa mesa. Para ocultarem o odioso espectáculo de um cadáver a que extrema decrepitude e magrezadavam o aspecto de simples esqueleto, os embalsamadores tinham envolvido num lençol todo o corpo, excepto a cabeça. Esta espécie de múmia jazia no meio da dependência, com o sudário a desenhar-lhe vagamente as formar esguias e agudas. No rosto já apareciam largas manchas violáceas, que indicavam a necessidade de se apressar o embalsamamento. Apesar de escudado pelo seu cepticismo, D. Juan hesitou em desrolhar o frasquinho de cristal. Tremia tanto quando se aproximou da cabeça do defunto que se sentiu constrangido a aguardar um momento. Porém, este jovem, bem cedo corrompido completamente pelos costumes duma corte dissoluta, foi encorajado por uma ideia digna do famoso Duque de Albin, ao mesmo tempo que era aguilhoado pela curiosidade. Dir-se-ia que o próprio Diabo lhe segredava estas palavras, que lhe ecoavam no coração: «Humedece um dos olhos». Pegou num pano e, depois de o embeber àvaramente no precioso líquido, passou-o ao de leve sobre a pálpebra direita do cadáver. O olho abriu-se…-Ah! – exclamou D. Juan, enclavinhando os dedos no frasco, tal como apertamos, em sonhos, a haste de que nos suspendemos num precipício.Via aquele olho pleno de vida, como olho de criança na cabeça dum morto, a luz cintilando no seu humor líquido juvenil, apenas velada por belos cílios negros, trazendo à memória essas singulares claridades que o viajante avista nos campos desertos, em noites de Inverno. Aquele olho resplandecia, parecia querer precipitar-se para D. Juan, pensava, acusava, condenava, ameaçava, vociferava, mordia. Todas as paixões humanas se agitavam nele, as súplicas mais ternas, a cólera dos reis, o amor de uma donzela pedindo misericórdia aos seus algozes. Tinha, por fim, a mirada profunda que um homem lança aos outros do último degrau para o cadafalso. Havia tanta vivacidade naquele fragmento de vida que D. Juan recuou, apavorado. Passeou pelo aposento sem ousar fixar aquele olho, que ele revia no chão, nas tapeçarias, por toda a parte. Toda a dependência estava semeada de pontos luminosos, fulgurantes devida, de inteligência. E todos esses pontos que eram outros tantos olhos, perseguiam, cercavam D. Juan.«Será capaz de viver mil anos», calculou ele incontidamente, ao voltar junto do pai, levado por uma atracção diabólica a contemplar aquela centelha de luz vivente.De súbito a pálpebra fechou-se e voltou a abrir-se ágil, como a de uma mulher que concede. Se uma voz lhe tivesse dito: «Sim», D. Juan não se sentiria mais aterrado.- Que fazer? – pensou.Ainda teve coragem para tentar cerrar aquela pálpebra, mas os seus esforços foram inúteis.- Será um parricídio esmagá-lo? – perguntou-se diante do olho.- Sim – fez-lhe este compreender com uma piscadela irónica.D. Juan debruçou-se para o esmagar. Uma grossalágrima rolou pelas faces encovadas do cadáver e caiu sobre a mão do filho.A lágrima queimou-o. Sentou-se, fatigado por uma luta que lhe lembrava a de Jacob com o anjo.Por fim levantou-se, murmurando:- Contanto que não haja sangue…Depois, procurando a todo o transe não se acobardar, esmagou o olho, servindo-se de um pano e voltando o rosto. Um gemido inesperado, angustioso, surpreendeu-o. Era o cão que morria uivando.- Conheceria o segredo do velho? – indagou-se, deitando uma olhadela ao fiel animal.D. Juan Belvidero passou depois aos olhos do mundo por um filho piedoso. Mandou construir um monumento de mármore do mais branco sobre o túmulo de seu pai, confiando as figuras que o ornariam aos mais célebres artistas da época. Só se sentiu perfeitamente tranquilo no dia em que aestátua paterna, ajoelhada aos pés da Religião, impôs o seu peso enorme sobre a sepultura em que enterrou o único remorso que ainda poderia sobressaltar-lhe o coração nos momentos de maior lassidão.Depois de feito o inventário das riquezas acumuladas pelo velho orientalista, tornou-se avarento. Acaso não tinha ele de garantir duas vidas com o seu dinheiro? O olhar tornou-se-lhe perscrutador, alongando-o pela sociedade humana e melhor compreendendo o mundo por avistá-lo através de um túmulo. Analisou os homens e os seus actos para não se importar, de uma vez para sempre, com o passado representado pela História, o presente, encarnado pelas leis e o futuro, desvendado pelas religiões. Tomou o espírito e a matéria, misturou-os num cadinho e, nada aí encontrando que valesse a pena, tornou-se, autenticamente, D. Juan.No segredo das ilusões humanas, jovem e belo, lançou-se para a vida, desprezando o mundo para melhor dele se apoderar. Assim, a sua felicidade não poderia ser a ventura burguesa que se contenta com cozido trivial, uma confortante botija de água quente na cama, no inverno, um candeeiro para a noite e umas pantufas novas em cada trimestre. Apoderou-se da existência como um símio que apanha uma noz e, sem perda de tempo, trata espertamente de desembaraçar o fruto da casca inútil, para lhe saborear a polpa. A poesia e os sublimes arroubos das paixões deixaram de o interessar. Procurou evitar, o erro de certos homens poderosos que, supondo que as almas ingénuas crêem nas almas fortes, das ideias efémeras. Poderia bem caminhar, como eles, com os pés sobre a terra e a cabeça a tocar os céus: contudo, preferia refestelar-se e devorar de beijos os lábios, duma mulher meiga, fresca e perfumada, já que, semelhante à Morte, extinguindo impudentemente tudo por onde passava, exigindo só o amor que possuía, um amor à oriental, que lhe proporcionasse apenas amores longos e fáceis. Amando na Mulher só a fêmea, adoptou a ironia como a atitude própria da sua alma. Quando nos seus braços as amantes subiam ao paraíso, perdidas num êxtase de embriaguez, acompanhava-as, meio grave, meio expansivo, tão sincero como um estudante alemão. Dizia sempre -Eu, enquanto a louca apaixonada dizia – Nós. – Sabia admiravelmente deixar-se cativar por uma mulher. Tinha sempre o domínio suficiente para a fazer acreditar que tremia como o estudantinho do liceu que segreda à primeira rapariga com quem volteia num baile: «Gosta de dançar?». Mas não sabia menos utilizar uma espada dura e abater comendadores. Ocultava-se zombaria na sua simplicidade e riso nas suas lágrimas, chorando alicerces.- Te Deus laudamus ! – clamava a multidão.- Vão para todos os diabos, estúpidos animais que sois! Deus! Deus! Que sois vós com o vosso Deus encanecido?E uma torrente de imprecações correu como caudal de lavas ardentes, arremessadas por uma erupção do Vesúvio.- Deus Sabaoth!… Sabaoth! – bramiam os crentes- Insultais a majestade do Inferno! – tornou D. Juan, rangendo os maxilares.Momentos depois o seu braço ressuscitado, saindodo relicário, ameaçou a turba com um gesto de desespero e de ironia.- O santo abençoa-nos! – gritaram as velhas, as crianças e as noivas, crêdulamente.Desta maneira somos muitas vezes iludidos nas nossas crenças. Mas o homem superior ri-se dos que o louvam e louva, muitas vezes, aqueles de quem se ri no seu íntimo.No momento em que o pároco, prosternado ante o altar, entoava: Sancte Johannes, ora pro nobis…» ouviu distintamente a palavra – imbecil!- Que se passa ali? – exclamou o coadjutor ao ver o relicário mover-se.O Santo antes parece o Diabo – retorquiu o prior.Nesse instante a cabeça vivente de D. Juan separou-se violentamente do seu corpo inerte e foi cair sobre a cabeça do esbelto e jovem oficiante:-Lembra-te de D. Elvira! – gritou aquela cabeça mordendo o abade.Este deixou escapar um grito de dor, que interrompeu a solene cerimónia. Todos os padres acudiram e rodearam o seu superior hierárquico.-Pateta! Dize agora que existe um Deus! – rugiu ainda a voz infernal, quando o abade, atingido no crânio pela mordedura, expirava.Paris, Outubro de 1830.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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