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Comentários Bíblicos

O Livro de Daniel – S. Montgomery

O Livro de Daniel

Deus considerou alguns homens de Israel como sendo homens de grande fé e por isso  lhes proporcionou um livramento especial quando em meio a grandes tribulações. Muitos aparecem na lista da grande nuvens de testemunhas do capítulo 11 de Hebreus. Eles também são mencionados em Ezequiel 14: 14 “Ainda que estivessem no meio dela estes três homens, Noé, Daniel e Jó, eles pela sua justiça livrariam apenas as suas almas, diz o Senhor Deus.” Um destes homens era Daniel, a quem Jesus chamou “o profeta”, Mateus 24: 15.

O Livro de Daniel nos ensina muitas lições, mas uma das mais importantes é a de como Deus liberta o Seu povo, a nação de Israel, a despeito da cova dos leões e da fornalha ardente na qual eles foram lançados.  Ainda que passassem por provas de fogo, eles não seriam destruídos. Deus estava com eles. Ele nunca os deixaria ou abandonaria.

Neste livro vemos como Deus prometeu libertar os Judeus da Babilônia, onde foram levados cativos, e finalmente os conduz á sua própria terra. Devemos lembrar, que desde a deportação até o ultimo rei, os Judeus não tinham rei, sacerdócio ou sacrifício (Oséias 3: 4), “Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, e sem príncipe, e sem sacrifício, e sem estátua, e sem éfode ou terafim. Não ter “rei” ou príncipe mostra que eles ficariam sem governo sobre si mesmos. Não ter “sacrifício” significava que suas ofertas cessariam. Não ter “éfode” significava não ter o Urim e Tumim que eles utilizavam com freqüência para discernir a vontade de Deus. Mas, não ter imagens ou terafins, demonstrava que eles ficariam sem os seus ídolos de adoração. Isto também é uma descrição de Israel em nossos dias. Eles não têm estas coisas por causa da incredulidade deles.

Já bem próximo do final do livro, Daniel é avisado que os setenta anos de cativeiro terminariam, e isso realmente ocorreu, mas Israel ainda passaria por muitas coisas antes da “restauração de tudo.” Pedro faz menção disto em seu discurso aos líderes de Israel em Atos 3: 19-21. “Arrependei-vos, pois e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos de refrigério pela presença do Senhor; 20 E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado; 21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio. Há certas coisas que devem acontecer antes que a  “restauração” ocorra. Elas se cumprirão durante o período mencionado em Daniel 9: 24. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.” Quando estas coisas se cumprirem, Deus governará sobre a sua nação escolhida, Israel, na cidade santa de Jerusalém. Veremos isto mais detalhadamente no capítulo 9.

O livro de Daniel e o de Apocalipse são livros que mostram como Cristo e o Seu povo são vitoriosos, mesmo quando estão passando por grandes provações.

Capítulo 1

Nos versículos de 1 a 7 vemos a queda do reinado de Israel e o  povo de Deus sendo conduzido juntamente  com alguns vasos do templo. Entretanto, nós também vemos alguns dos judeus, da tribo de Judá, que foram especialmente escolhidos para ser um remanescente daqueles que desejavam adorar a Deus de acordo com a Sua Palavra e vontade.

Nos versículos 8 até 16 vemos a dedicação destes nobres e jovens judeus, ou seja, Daniel e seus amigos. Estes jovens eram física e mentalmente excelentes, mas decidiram obedecer a Deus ao invés dos falsos deuses da Babilônia. Entretanto, Deus lhes deu livramento. Que lições podemos aprender disso?

Daniel “propôs” ou resolveu em seu coração não comer da comida do rei. Era costume dos pagãos derramar parte da sua bebida e jogar parte da comida aos falsos deuses antes de comerem. Isto era um tipo de sacrifício ou oferenda aos ídolos. Daniel sabia que não poderia participar disso. “Porque o senhor fará justiça ao seu povo, e se compadecerá dos seus servos; quando vir que o poder deles se foi, e não há preso nem desamparado. Então dirá: Onde estão os seus deuses? A rocha em quem confiavam – Deuteronômio 32: 36 – 37.

Daniel “pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.” Isto mostra a sua polidez,  mansidão e humildade. Você não precisa ficar mudo para demonstrar humildade. Você não precisa insistir em fazer as coisas a sua maneira quando resolve em seu coração servir a Deus. Daniel sabia que o povo de Deus deveria obedecer a Sua Palavra a despeito de onde eles estivessem ou das circunstâncias em que se encontrassem. Ele estava fazendo exatamente como Salomão mencionou na dedicação do templo, ou seja, voltando-se para Deus e para a Sua Lei.

Os versículos 17 a 21 mostram o resultado da obediência e submissão a Deus. Em qualquer época que as pessoas decidirem em seu corações obedecerem a  Deus, e cumprirem os Seus mandamentos, provações virão para testarem e provarem sua fé. Deus exaltará o Seu povo na ocasião apropriada, mas não diante das provas e aflições. Agora não é o tempo do povo de Deus tomar posse do seu reino, mas reivindicamos isto pela fé. Vamos resolver em nossos corações servir a Deus de acordo com o Novo Testamento, e vamos ser mansos e humildes ao fazermos isto. E quando as provas e tribulações vierem, Deus estará lá para nos livrar, não necessariamente delas, mas através delas “Não veio sobre vós tentação senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar (I Coríntios 10: 13).

Daniel – Lição Dois

Talvez seja necessário fazermos uma pequena introdução a respeito do livro de Daniel.

  1. Ele foi escrito em duas línguas: O capítulo 1 e o 2  até o versículo 4 foram escritos em Hebraico, assim como os capítulos 8 até o 12.
  • Os capítulos de 2 a 7 foram escritos em aramaico, que era a língua utilizada naquela época. O grego e o latim também tiveram a sua época de importância, assim como o inglês em nossos dias.
  • Qual a razão desta divisão? Talvez seja pelo fato do livro estar dividido em dois tipos de mensagens bem distintas.
  1. Uma destas mensagens era o julgamento e a derrota final do mundo e do sistema gentílico. Esta parte foi escrita em Aramaico, a língua universal utilizada pelos gentios daquela época.
  • A outra era uma mensagem de esperança e libertação para o povo de Deus oprimido, mas especial, ou seja, os Judeus. Esta parte foi escrita em Hebraico, a língua utilizada pelos Judeus.

O livro possui três  divisões:

  1. A primeira divisão, escrita em Hebraico, e que abrange os capítulos 1 e o 2, dos versículos 1 a 4, é uma  introdução. Ela fala das circunstâncias em que o livro foi escrito, assim como do autor e de seus amigos, e também dos eventos que o colocariam em posição de saber, em primeira mão, aquilo que ocorreria através dos fatos revelados a ele.
  • A segunda divisão, do capítulo 2 até o 7,primeiramente trata do Império Gentio dos persas, seus governantes e história. Israel somente aparece em cena  no final. Esta é a parte foi escrita em Aramaico.
  • A terceira divisão, do capítulo 8 até o 12, antes de tudo se refere ao futuro de Israel e a destruição final dos seus inimigos, ou seja, o sistema mundial gentílico. Esta parte foi escrita em Hebraico.

Capítulo Dois

Os versículos 1 a 13 tratam especificamente do sonho do rei e do seu edito a respeito dos magos e encantadores presentes no seu reino. Ele não somente exigiu que eles interpretassem, como também dissessem qual foi o sonho. Ninguém foi capaz.

Os versículos 14 a 23 mostram o desejo e a oração de Daniel de ser capaz de interpretar o sonho. Isto era uma questão de vida ou morte. Ele e os seus amigos recorreram a Deus. Deus revela a Daniel tudo o que o sonho significava.

Os versículos 24 a 30 mostram a prontidão de Daniel em glorificar a Deus por revelar o segredo a ele. Ele não reivindica ser possuidor de nenhum poder especial.

Os versículos 31 a 36 relatam o sonho.

Os versículos 37 até 45 falam da interpretação do sonho dada por Deus a Daniel. É uma profecia a respeito de todos os impérios mundiais que são inimigos de Israel e abrange desde o  poder e glória destes impérios até o seu final, onde todos serão derrotados.

Nos versículos 46 até 49 vemos como Deus colocou Daniel e seus companheiros em  uma alta posição no reino.

O Livro de Daniel

Lição Três

Nosso estudo anterior mostrou como Deus colocou Daniel em uma posição estratégica, para que assim ele tivesse uma influência pessoal na história. Ele seria condenado a morte, juntamente com os outros “homens sábios” que foram trazidos do grande Império Babilônico espalhado pelo mundo, a menos que ele pudesse contar ao rei qual era o sonho e a sua interpretação (Daniel 2: 12). Jesus chamou Daniel de profeta (Mateus 24: 15) e isto mostra a Sua aprovação as profecias do livro de Daniel. Isto refuta a idéia dos liberais que alegam que o livro foi escrito por outra pessoa, após o cumprimento das profecias. O fato é que nem todas as profecias forma cumpridas ainda. Um outro fato, é que quando todas estas profecias estiverem para ocorrer, cremos que Deus manterá a Sua Palavra, e cumprirá todo o restante.

  1. Daniel não creditou a ele mesmo a habilidade de revelar o sonho e a sua interpretação. Ele e os seus companheiros Hananias, Misael e Azarias recorreram a Deus, expondo assim a necessidade deles (Daniel 2: 18).
  1. Deus revelou a Daniel o segredo, e ele deu todo crédito a Deus (vss 19-23, 28). Nesta passagem encontramos a expressão “os tempos e as estações” no sentido Bíblico. Ele é que faz a história. Ele é Soberano.
  1. O sonho é descrito nos versículos 31 até 36.
  1. A interpretação é dada nos versículos 27 a 45.
  1. O rei Nabucodonosor adora ao Deus de Daniel, o único e verdadeiro Deus (vss. 46-47).
  1. O rei coloca Daniel em uma posição de grande importância no reino (vss. 48-49).

O Sonho

1. A estátua. Nós iremos discutir cada parte da grande estátua do sonho do rei Nabucodonosor. Daniel claramente relata as cinco partes distintas desta estátua.

  1. A cabeça de ouro representava o império da Babilônia.

B. O império que vinha em seguida era inferior. Este foi o império dos Medos e Persas.

C.  O próximo dominaria a terra. Este foi o império Grego

D. O que viria depois seria brutal e feroz e faria em pedaços os outros. Este foi o Império Romano.

E. O quinto mencionado diz respeito aos pés e aos dedos da estátua. Parte de ferro e parte de barro, assim este reino seria em parte forte e em parte fraco. Isto é uma mistura.

2. A pedra que esmiuçou a estátua. Ela veio do céu. Não foi cortada da montanha por mãos humanas. Ela nunca será destruída. O reino que ela representa nunca será transferido para outro povo, como foram os outros reinos Ele consumirá todos os outros reinos.

A Interpretação do Sonho

O sonho fala distintamente de um período chamado “nos dias desses reis” vs 44, no qual a pedra cairia sobre os pés da estátua e a destruiria. Isto representa a vinda de Jesus sobre a terra.

  1. Os judeus estavam certos em esperar que Jesus restaurasse o Reino. Os apóstolos continuavam a crer nisto antes mesmo de Jesus retornar aos céus. Eles nunca foram repreendidos por crerem nisso (Atos 1: 6-8) “Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.”
  • Jesus disse que agora o seu reino não está aqui literal e fisicamente (João 18: 36-37) “Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo, se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu apara isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
  • Jesus nunca mandou sua igreja conquistar a terra e nem ameaçar as nações com armas.
  • Jesus ensinou a respeito do cumprimento de Daniel 2: 44 ao mencionar a abominação da desolação que falou o profeta Daniel. Ele também mostra que voltará para destruir o poder do mundo gentílico (Mateus 21: 42-44) “Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça de ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó.”
  • Isto é chamado de restauração e regeneração (Mateus 19: 28-29) “E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguiste, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
  • Os cristãos primitivos ensinavam que o Império Romano seria destruído e passaria um longo período de tempo antes que Jesus estabelecesse o seu reino na terra. Este foi um dos motivos pelos quais Roma tolerava todas religiões, exceto as igrejas Cristãs primitivas [Irineus V 26. 1 contra as heresias. Ele mostra que os dez reis citados em Daniel ( dedos da estátua de Nabucodonosor) entregarão o seu reino a besta e perseguirão a igreja. Ele coloca isto como sendo no futuro, após a queda do então chamado Império Romano].
  • Agostinho fez um estudo chamado “A Cidade de Deus” o  qual   Orígenes e a escola em Alexandria, no Egito, adotou. Eles foram os primeiros a ensinar que Daniel 2: 44 falava a respeito da primeira vinda e a igreja era o reino, e que já estamos no período da restauração.
  • Se a primeira vinda de Jesus e o estabelecimento da igreja é o cumprimento de Daniel 2: 44, então a igreja destruirá todos os reinos da terra e os esmiuçará até o pó. Ela dará cabo de todo poder mundial. Esta idéia de “igreja militante” levou ao Catolicismo a perseguição de outros crentes, e finalmente na chamada “idade das trevas.”
  • É evidente que quando Jesus voltar, o sistema gentílico mundial estará no auge de suas forças. O antigo Império Romano (que também é uma mistura de todos os outros) estará governando novamente. Isto está de acordo com o livro de Apocalipse e II  Tessalonicenses capítulo 2.

A Pedra

Nosso texto se encontra em Daniel 2: 36-45.

Introdução

  1. Daniel interpreta o sonho do rei. A estátua que Nabucodonosor viu em seu sonho representava o governo mundial exercido pelo gentios, e também seus impérios, que se encontravam em contato direto com a nação de Israel.
  • Revisão: A cabeça de ouro representava o império Babilônico; o peito e braços de prata, o império dos Medos e Persas, que conquistaram a Babilônia. Era um metal menos precioso. O povo tinha voz mais ativa no governo. A parte do meio era de cobre, e representava o império Grego, que conquistou os Medos e Persas. As pernas de ferro simbolizavam um povo que se levantaria em Roma e desenvolveria um imenso poder militar e um império mundial. Os dedos eram de barro misturado com ferro. Algo novo foi acrescentado. Ele não se assemelha totalmente ao próprio Império Romano, mas provém dele. Como os dedos provém do pé, haverá um outro império mundial que surgirá do antigo império Romano e terá algumas características do império anterior.. Os dedos representam reis que se ajuntarão para formar este novo reino nos últimos dias.
  • Será nos dias destes reis que o Deus dos céus estabelecerá um reino eterno, representado pela Pedra que cai sobre os pés da estátua e a destrói totalmente.
  • A Pedra é Jesus Cristo e o Seu Reino.
  • Jesus veio nos dias do império Romano e organizou Sua igreja, e por esta razão muitos pensam que a igreja é o reino de Deus. Eles vêem isto como uma promessa de que a igreja nunca seria destruída. Esta interpretação foi primeiramente ensinada por Agostinho, e cresceu com a idéia de que a igreja deveria ser militante e conquistar o mundo. Por esta razão é que a igreja falsa, que se levantou através da união com o império Romano, lançou mão da espada e da perseguição.
  • É verdade que a igreja nunca deixaria de existir, mas para isso precisaria destruir os reinos mundiais! Jesus disse que o Seu reino não é agora e nem deste mundo (João 18: 36) “Respondeu Jesus: O meu reino não deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora meu reino não é daqui.

Um Esboço

  1. JESUS É A PEDRA FUNDAMENTAL DA IGREJA – MATEUS 16: 18; EFÉSIOS 2: 20-21.
  1. Porque Pedro não é o cumprimento das profecias a respeito da pedra.
  • Porque Jesus falou de si mesmo com sendo a pedra (Rocha) fundamental.
  • A distinção entre o nome de Pedro (pedrinha) e “Esta pedra.”
  • Paulo ensinou isto em I Corintíos 10: 4 “E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.” Também em I Corintíos 3: 10-11: “segundo a graça que nos foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.

II. JESUS VIRÁ NOVAMENTE NOS DIAS DOS REIS ROMANOS.

  1. O antigo império Romano foi absorvido pela Igreja Católica Romana, que mais tarde tentou fundar o “Santo Império Romano”. Ele também morreu e a Europa foi dividida em vários países diferentes.
  • O Santo Império Romano não teve o seu início nos dias de Jesus. Ele foi um império secular de pouca duração. Ele certamente não era eterno. Sua tentativa de conquistar as nações para Cristo, resultou em sangrentas inquisições e perseguições, contra muitas igrejas Cristãs puras.  A sua natureza não se assemelhava a de Cristo.
  • Haverá um outro Império, de curta duração, antes do retorno de Cristo. Ele é chamado profeticamente de “a besta.” Ele é o antigo Império que foi morto, mas que reviverá.

III.  JESUS VOLTARÁ NOVAMENTE PARA ESTABELECER  SEU REINO.

  1. Ele destruirá todos os reinos pagãos que maltrataram seu antigo povo, Israel. Apocalipse 11; II Tessalonicenses 2: 8; Mateus 21: 40-44 “Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos. Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.
  • Israel foi feito em pedaços  e espalhado, mas será refeito, e depois do seu arrependimento se tornará novamente o povo de Deus. Ele será restaurado.
  • Os gentios, que não foram amigos do povo de Deus, serão esmiuçados pela Pedra  Isto não ocorreu na primeira vinda de Cristo, mas ocorrerá na segunda!
  • Ele foi a Pedra Rejeitada, mas construiu a Sua Igreja sobre a Pedra …Ele mesmo.

Mateus 21: 42: 44 “Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.”

Atos 4: 11 “Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, aqual foi posta por cabeça de esquina”.

  • ELE É A ROCHA DA NOSSA SALVAÇÃO.

IV. ELE É A ROCHA DA SUA SALVAÇÃO? QUAL É O TEU FUNDAMENTO? EM QUEM VOCE CONFIA?

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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