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Literatura clássica

Os Miseráveis – Victor Hugo

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Os Miseráveis - Victor Hugo 5.58 MB 9 downloads

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PREFÁCIO
Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século – a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância – não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis.
Victor Hugo
Hauteville-House, 1862.[*]

 - Hauteville-House mansão comprada por Victor Hugo em Guernesey, pequena ilha inglesa no mar da Mancha, onde passou a maior parte de seu exílio, provocado por sua oposição 

NOTA DOS EDITORES
Esta tradução, inteiramente revista, foi publicada pela primeira vez em 1957, pela extinta Editora das Américas. Alguns critérios de padronização e pontuação foram modernizados, o que resultou em um estilo mais fluente e em um texto que se pretende mais próximo dos leitores de hoje. O tradutor ampliou o já extenso repertório das notas, compilando, se não um painel completo, pois em Os miseráveis tal objetivo é de fato inalcançável, um quadro mais que representativo da cultura francesa da época e de seu universo de referências. Obedecendo à índole hierárquica da sociedade aqui retratada, optou-se por grafar com maiúsculas os pronomes de tratamento – Sr., Sra., Srta. etc. – e os cargos e títulos – militares, administrativos, nobiliárquicos –, desde que se refiram a um ocupante
em particular, seja ele personagem ficcional ou histórico. Certos fatos ou
períodos históricos também aparecem aqui em maiúsculas, como, por exemplo, Revolução Francesa, Antigo Regime, Antiguidade etc. Para eliminar a confusa padronização das edições francesas no que se refere ao uso de aspas, travessões e itálicos, aqui estes são usados para caracterizar, respectivamente, o pensamento dos personagens, os diálogos e as citações de textos dentro do romance. As aspas também podem indicar fragmentos de falas e reflexões dos personagens, quando reproduzidos em parágrafos da narrativa indireta; e o uso de itálicos ocorre ainda em obediência a ênfases narrativas determinadas pelo autor. Raros casos, portanto, apresentarão a concomitância de aspas e itálicos. Nomes próprios, de
pessoas e lugares, foram mantidos em francês, exceção feita aos nomes de
personagens históricos já consagrados em português, como Napoleão Bonaparte, Luís XVIII etc.

Sobre o autor

Hélio Clemente

Meu nome é Helio Clemente: Tenho 72 anos, sou engenheiro, brasileiro, divorciado, graduado pela USP em 1967. Não defendo ou divulgo nenhuma denominação em particular, cristianismo é somente o evangelho, e o evangelho é toda a Escritura, desde o Gênesis até o Apocalipse.

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